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Telexfree é pirâmide e brasileiros eram alvo, diz investigação nos EUA


Uma investigação nos Estados Unidos afirma que a empresa Telexfree, que vende planos de minutos de telefonia pela internet, funciona sob um esquema de pirâmide financeira e movimentou mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. A conclusão é do órgão que regula as operações financeiras no Estado de Massachusetts, onde fica a sede da companhia.

Segundo relatório divulgado nesta terça-feira (15), o principal alvo do esquema eram os imigrantes brasileiros.

No Brasil, a empresa foi proibida de operar desde junho sob suspeita de praticar pirâmide financeira.

O UOL entrou em contato com o advogado da Telexfree (Ympactus Comercial S/A) no Brasil, mas não obteve resposta até a publicação deste texto. Em outras ocasiões, a empresa negou qualquer irregularidade.

A formação de pirâmide financeira é uma modalidade considerada ilegal porque só é vantajosa enquanto atrai novos investidores. Assim que os aplicadores param de entrar, o esquema não tem como cobrir os retornos prometidos e entra em colapso. Nesse tipo de golpe, são comuns as promessas de retorno expressivo em pouco tempo.

Uol.com

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