domingo, 3 de janeiro de 2021

Velha Petrolândia em fatos & fotos; momentos de recordações neste primeiro domingo de 2021


Neste primeiro  domingão do ano de 2021, o Blog de Assis Ramalho vai no fundo do Baú e mostra fotos e vídeos para nos lembrar da nossa saudosa velha Petrolândia,  hoje submersas as águas do Rio São Francisco.

Confira abaixo!

Rural estacionada em frente a prefeitura

Cais Dom Pedro II em tempos do velho Chico cheio

Visão de parte do Cine São Francisco (Cinema de Valmir), e Churrascaria O Casarão


Coral vozes do São Francisco - década de 70

Visão das águas cristalinas do lindo Rio São Francisco que banhava a velha Petrolândia


VELHA PETROLÂNDIA, UMA SAUDADE QUE NÃO PASSA



Veja abaixo vídeo das últimas imagens da Velha Petrolândia





Veja abaixo um pouco da história de Petrolândia, e fotos da nova cidade.

A colonização da região começou no século XVIII, quando foram fundadas as fazendas Brejinho da Serra e Brejinho de Fora. Os primeiros núcleos de povoamento surgiram onde havia uma frondosa árvore de jatobá e um bebedouro para o gado. Por causa disso, o povoado ficou conhecido como Bebedouro de Jatobá.

Em 1877, a região recebeu a visita do Imperador D. Pedro II, que ordenou a construção de um cais e de uma ferrovia que ligava economicamente o alto e o baixo São Francisco.

Em 1887, a sede do município de Tacaratu é transferida para o povoado de Jatobá que, mais tarde, seria elevada à categoria de cidade em 1 de julho de 1909. O município recebeu a atual denominação em homenagem ao Imperador D. Pedro II.

A história do município passou por uma enorme transformação nos anos 80 devido à construção da Usina Hidrelétrica Luiz Gonzaga (também conhecida como Usina Hidrelétrica de Itaparica), que resultou na inundação da antiga cidade pelo lago de Itaparica e obrigou a transferência dos moradores para a atual cidade em 1988.

Atualmente o município de Petrolândia é considerado um dos mais importantes da região do São Francisco


Confira abaixo fotos da atual cidade de Petrolândia-PE






Da Redação do Blog de Assis Ramalho
Fotos da Velha Petrolândia: Facebook Petrolândia ontem, hoje e sempre
Fotos da Nova Petrolândia: Pablo Silva
Divulgação internet

País tem 1.600 servidores suspeitos de se candidatar só para tirar licença


Pelo menos 95 servidores tiraram licença remunerada de seus cargos para se candidatar a vereador em 2020 e não obtiveram um voto sequer. Ou seja, nem eles mesmos votaram em suas candidaturas no pleito municipal.

Por lei, funcionários públicos precisam se afastar do serviço quando decidem disputar uma eleição e têm direito de continuar recebendo seus salários enquanto fazem campanha.

Para investigadores públicos, o fato de servidores licenciados terem obtido zero votos aponta que eles provavelmente foram "candidatos fictícios". Se candidataram para, na verdade, gozar de um descanso remunerado durante o período eleitoral ou para apoiar candidaturas de aliados em suas cidades.

"É difícil acreditar que um servidor que se candidatou e que sequer votou nele mesmo estava realmente levando sua candidatura a sério", afirmou o promotor Leonardo Dumke Busatto, do MP-PR (Ministério Público do Paraná), que investiga esse tipo de fraudes no estado.

No Paraná, pelo menos três servidores que se candidataram a vereador, em três cidades diferentes, tiveram zero votos. De acordo com levantamento realizado pelo UOL, 85 municípios brasileiros, de 19 estados, tiveram ao menos um servidor candidato a vereador com zero votos.

Professores têm candidatura suspeita no Maranhão

Em Bom Jesus das Selvas (MA), foram três os servidores municipais que se licenciaram para se candidatar a vereador e não votaram em si. Todos eram filiados ao PRTB. Dois eram professores. Um deles é Gildasio Soares, 38 anos.

Gildasio se filiou ao PRTB em 2015, mas disputou sua primeira eleição em 2020. Ele é professor concursado da Prefeitura de Bom Jesus e recebe um pagamento bruto mensal de mais de R$ 5 mil. Em setembro, ele se licenciou do trabalho, mas manteve salário.

Gildasio não investiu nenhum real em sua campanha, segundo dados que ele enviou à Justiça Eleitoral. Em seu perfil no Facebook, ele pediu votos a outro candidato a vereador da cidade, de outro partido, e fez propaganda para uma candidata a prefeita derrotada na eleição.

Ele obteve zero votos. O UOL procurou o professor e seu partido três vezes desde o último dia 16. Nem ele nem a legenda responderam à reportagem.

A Prefeitura de Bom Jesus informou que as candidaturas de pelo menos 13 servidores municipais, incluindo Gildasio, levantaram suspeitas. O município informou que já encaminhou dados sobre os servidores candidatos ao MP-MA (Ministério Público do Maranhão).

Procurado, o MP-MA não se pronunciou sobre eventuais medidas tomadas para apuração do caso.

Servidores da Bahia repetem candidatura fracassada

Já em Ibicaraí (BA), pelo menos dois funcionários municipais disputaram a última eleição e não votaram em si mesmo: a professora Sandy de Jesus Silveira Matos, 42, e o agente administrativo Fabrício Oliveira Costa, 43. Os dois concorreram filiados ao PSDB. Receberam pelo menos R$ 1 mil por mês da prefeitura enquanto estiveram licenciados.

Esta eleição, aliás, não foi a primeira em que eles se licenciaram para se candidatar a vereador e tiveram resultados pífios nas urnas, não sendo eleitos.

A professora Sandy também foi candidata a vereadora em 2012 e 2016. Na primeira vez, ela estava filiada ao antigo PMDB, investiu R$ 20 na campanha e obteve um único voto. Já em 2016, ela estava no PTN, não gastou nada em sua campanha e obteve dois votos.

Fabrício também já tentou ser vereador por três vezes, por três partidos diferentes, usando três nomes distintos. Em 2012, "Fabrício" estava no PTC e teve sua candidatura indeferida. Em 2016, "Bricete" era do PPS e obteve um voto. Já em 2020, Fabrício foi "Fabricete".

O UOL tentou contato com Sandy e Fabrício por meio do PSDB e da Prefeitura de Ibicaraí. O partido informou que avisaria os servidores sobre a reportagem a respeito de suas candidaturas e que os dois entrariam em contato, se assim desejassem. Não entraram. Já a prefeitura não repassou nenhuma informação sobre seus funcionários nem quis comentar a candidatura deles.
Procurado, o MP-BA não respondeu se apura irregularidades em candidaturas de servidores no estado.

Candidaturas suspeitas reúnem 1.642 servidores

Foi usando dados públicos divulgados pela Justiça Eleitoral que o UOL levantou dados sobre candidatos que se declaram servidores municipais, estaduais ou federais —os quais têm direito a licença remunerada na eleição— que tiveram zero votos.

O MP-PR elaborou uma metodologia mais ampla para identificar candidaturas com indícios de irregularidades. Segundo o órgão, candidatos que se declararam servidores, tiveram menos de dez votos, gastaram menos de R$ 100 em suas campanhas e não informaram páginas ou perfis de divulgação à Justiça Eleitoral têm candidaturas que merecem ser verificadas.

Usando esse método, o MP-PR identificou 80 candidaturas suspeitas no estado, em 60 municípios. Isso representa 2,5% de todos os 3.171 servidores que se candidataram a algum cargo eletivo no Paraná em 2020.

O UOL aplicou a metodologia do MP-PR em dados de todo país. Por esses critérios, campanhas de 1.642 servidores, em 1.088 municípios, são suspeitas.

Esquema pode ser crime eleitoral ou até estelionato

Segundo o promotor Bussato, do MP-PR, servidores que se candidataram "no papel" só para gozar de licença remunerada podem responder uma ação judicial por improbidade e até pelo crime de estelionato. "Afinal, ele induziu um órgão público a lhe conceder uma vantagem dizendo que era candidato, mas de fato não era", resumiu o promotor.

Bussato afirmou que fraudes envolvendo candidaturas de servidores não são novas. Ele disse que, além de vantagem própria, alguns funcionários públicos acabam se candidatando para, na verdade, ter tempo livre para fazer campanha a aliados em busca de promoções.

"Um servidor se afasta do trabalho para, em vez de fazer campanha para ele mesmo, fazer campanha para um determinado candidato a prefeito", exemplificou. "Se o candidato vence a eleição, o servidor ganha um cargo comissionado na nova gestão, por exemplo."

O promotor também afirmou que é comum servidoras se candidatarem para que um determinado partido cumpra cotas de gênero. "Nesses casos, isso pode ser uma fraude eleitoral.".

Por: Vinicius Konchinski
Colaboração para o UOL, em Curitiba

Anvisa autoriza importação para o Brasil de 2 milhões de doses da vacina de Oxford


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou na noite desse sábado, 2, que aprovou a importação para o Brasil de duas milhões de doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford com o laboratório AstraZeneca contra a Covid-19. O pedido foi feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), parceira dos institutos de pesquisa que realizou os estudos com mais de oito mil voluntários do país. Segundo nota da agência, as doses importadas para o Brasil foram fabricadas por uma das empresas participantes do consórcio Covaxx Facility: o Serum Institute of India PVT LTD. O Brasil faz parte da aliança global e já investiu R$ 2,5 bilhões para garantir que pelo menos 10% da população receba doses do imunizante.

Como a vacina ainda não teve aplicação aprovada no Brasil, as doses devem ficar sob tutela especial da Fiocruz, em perfeitas condições de armazenamento, segurança e manutenção de qualidade, para que sejam aplicadas no momento da sua liberação. As doses devem ser recebidas ainda no mês de janeiro. “Caso a vacina covid-19, objeto desta liberação de importação, não seja autorizada a ser usada nos termos da autorização emergencial ou registrada pela Anvisa ou o lote seja reprovada por Biomanguinhos ou INCQS, a Fiocruz deve executar os procedimentos de descarte e incineração da vacina, conforme os padrões normativos”, afirma trecho da nota. Até o momento, a vacina de Oxford teve aplicação aprovada no Reino Unido e na Argentina. Segundo a Fiocruz, os documentos com pedido de uso emergencial no Brasil devem ser encaminhados à Anvisa até o dia 15 de janeiro.

Portal JP (JovemPan)

Cachorros vão a velório do dono, enfermeiro do Samu que foi vítima de Covid-19


A enfermeira do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) Maria Rosa Silva Pedroso levou seus cachorros para o velório do marido, o também enfermeiro Paulo Estevão, 41, que trabalhava com ela e que foi vítima da Covid-19. Apesar da cerimônia ter sido rápida, um vídeo do momento emocionante com os cachorros foi registrado. 

O óbito do profissional de saúde de Praia Grande, no litoral de São Paulo, veio após ele ficar um mês intubado em decorrência do novo coronavírus. "Eu não consegui visitá-lo ou dizer adeus", lamentou a mulher.

Por CNN Brasil

Bolsonaro mantém restrição do BPC a famílias com renda inferior a 1/4 do salário mínimo


Uma medida provisória (MP) editada pelo presidente Jair Bolsonaro no último dia do ano de 2020 definiu o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) a famílias com renda mensal por pessoa (per capita) inferior a um quarto do salário mínimo, que subiu para R $1.100 - ou seja, inferior a R$275. O BPC é um benefício assistencial de um salário mínimo que é pago a idosos a partir dos 65 anos e a pessoas com deficiência que comprovem baixa renda.

Por ser uma MP, ela passa a valer a partir do momento em que é assinada pelo presidente, mas ainda precisa passar pelo Congresso Nacional. A regra anterior, que estava vigor no ano passado, definia que o benefício deveria ser pago a famílias com renda per capita igual ou inferior a 1/4 do salário mínimo. No entanto, a lei que criou o auxílio emergencial trouxe um trecho que permitia aumentar este limite para metade do salário mínimo. 

Na época, o governo vetou a previsão, mas o Congresso derrubou o veto. O governo justificou que o trecho criava despesas obrigatórias sem indicar fonte de custeio, tampouco demonstrava os impactos no orçamento, o que violaria a Constituição e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Depois disso, o Palácio do Planalto foi ao Supremo Tribunal Federal (STF), que manteve o entendimento do governo de um quarto do salário mínimo.

Em seguida, no entanto, uma lei aprovada em abril que regulamentava o auxílio emergencial, também incluiu a previsão de que esta linha de corte no caso do BPC valeria até 31 de dezembro de 2020. 

Em nota, o Ministério da Cidadania afirmou que como a regra deixaria de existir no último dia do ano, o governo resolveu editar uma MP. “Tal medida busca minimizar o potencial de judicialização do tema, que ocorreria caso não houvesse a definição do critério de renda a partir de 2021. Por sua vez, a MP não traz impacto orçamentário-financeiro, pois restabelece um critério para acesso ao benefício nos próximos exercícios”, afirmou.

O Congresso Nacional já tentou, mais de uma vez, ampliar o BPC. No fim de 2019, por exemplo, o presidente vetou um projeto que ampliaria o número de pessoas que poderiam receber o benefício. Na época, a justificativa foi a mesma: de que a medida criaria despesas obrigatórias sem indicar de onde sairia o dinheiro, tampouco os impactos orçamentários.

Correio Braziliense

Brasil tem 195.725 mortes por covid-19 e 7,716 milhões de casos


O Brasil registrou 314 mortes e 15.827 casos confirmados de covid-19, nas últimas 24 horas, segundo balanço divulgado pelo Ministério da Saúde neste sábado (2). 

Com os números apresentados pela pasta, o país atinge a marca de 7.716.405 infectados desde o início da pandemia do novo coronavírus. Os óbitos somam 195.725.

A taxa de letalidade, que é o percentual de vítimas entre os doentes, está em 2,5%. 

Os dados do governo apontam ainda que 6.769.420 pessoas já estão recuperadas, enquanto 751.260 permanecem em acompanhamento.
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Portal CR 7