28 julho 2026

Quaest em PE: Raquel Lyra tem 43% e João Campos, 37%


A governadora Raquel Lyra (PSD) e o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) — Foto: Reprodução/TV Globo

Levantamento foi realizado entre 22 e 26 de julho e mostra também cenários de 2º turno e como está a avaliação do atual governo do estado.

Por g1 Pernambuco

Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (28) mostra como está a disputa para o governo de Pernambuco. Raquel Lyra (PSD) aparece à frente com 43% das intenções de voto, e João Campos (PSB) com 37% no 1º turno da disputa pelo governo estadual.

Veja os números:

Raquel Lyra (PSD): 43%
João Campos (PSB): 37%
Camila Falcão (UP): 1%
Ivan Moraes (PSol): 1%
Renan Hallais (Missão): 1%
Indecisos: 11%
Branco/nulo/não vai votar: 6%

Para 41% dos eleitores ouvidos pela Quaest, a escolha do voto para governador ainda pode mudar. Outros 58% consideram a decisão definitiva.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 900 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 22 e 26 de julho. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número PE-09649/2026.

Índice de rejeição dos candidatos

Raquel Lyra (PSD): 35%
João Campos (PSB): 34%
Ivan Moraes (PSol): 14%
Renan Hallais (Missão): 7%
Camila Falcão (UP): 7%

Simulação de 2º turno

Raquel Lyra (PSD): 45%
João Campos (PSB): 39%
Indecisos: 8%
Branco/nulo/não vai votar: 8%

Aprovação do governo do estado

Aprovam: 68%
Desaprovam: 23%
Não sabe/não respondeu: 9%

Avaliação do governo do estado

Positiva: 45%
Regular: 36%
Negativa: 15%
Não sabe/não respondeu: 4%

Raquel Lyra merece ser reeleita governadora?

Merece: 57%
Não merece: 36%
Não sabe/não respondeu: 7%

Principais problemas do estado

Tema mais citado: Saúde (32%)
Segundo tema mais citado: Violência (24%)
Terceiro tema mais citado: Desemprego, educação, enchentes e infraestrutura (4% cada)

Por g1 Pernambuco

Milei na convenção do PL é mais negativo do que positivo para Flávio Bolsonaro, aponta pesquisa


Presidente da Argentina, Javier Milei (à esquerda), ao lado do pré-candidato presidencial brasileiro de direita Flávio Bolsonaro (Nelson Almeida/AFP)

O cientista político e CEO do instituto de pesquisas AtlasIntel, Andrei Roman, afirmou nesta segunda-feira (27) que a participação do presidente da Argentina, Javier Milei, na convenção do Partido Liberal (PL) que homologou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência tende a trazer mais prejuízos do que benefícios à campanha do senador.

Durante o evento, Milei atacou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a quem chamou de "presidiário" e "ladrão." O argentino também ofendeu o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, classificando-o como "lixo careca". A Justiça negou um pedido de Milei para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Na convenção, realizada no sábado (25), Flávio, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), afirmaram que a chamada "onda azul" - expressão usada para descrever as vitórias de candidatos de direita em países latino-americanos - deve chegar ao Brasil em outubro, com a eleição do senador. As declarações foram feitas ao lado de Milei, que derrotou o peronismo na Argentina.