/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/m/y/YkL5rXRB2bLw9qYahFGg/foto-mariana-carvalho-entrega-salas-de-parto-cisam-2-.jpeg)
Vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause (PSD) — Foto: Mariana Carvalho/Divulgação
Solicitação protocolada nesta quinta (20) foi assinada por três deputados do PSB. Eles acusam gestora e secretária estadual de Saúde de 'atos lesivos ao patrimônio público estadual e federal, concretização de crimes e atos de improbidade'.
Por g1 Pernambuco
Por g1 Pernambuco
Um pedido de impeachment da vice-governadora e candidata à reeleição, Priscila Krause (PSD), foi protocolado na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) nesta quinta-feira (20). A solicitação foi assinada por três deputados estaduais do PSB: Rodrigo Farias, vice-presidente da Casa; Sileno Guedes, presidente da Comissão de Saúde da instituição; e Romero Albuquerque.
Esses parlamentares pediram o impeachment da vice-governadora por causa da denúncia de que ela destinou verbas para a Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, hospital administrado pelo marido dela, o empresário Jorge Branco (entenda mais abaixo).
A denúncia se baseia também em um relatório feito pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DenaSUS), órgão ligado ao Ministério da Saúde que é responsável por avaliar políticas públicas de saúde e da aplicação dos recursos federais no Sistema Único de Saúde (SUS).
No pedido, os deputados sinalizam que Priscila Krause e a secretária estadual de Saúde, Zilda Cavalcanti, estão ligadas a "atos lesivos ao patrimônio público estadual e federal, concretização de crimes e atos de improbidade".
Segundo a Alepe, o pedido de impeachment está sendo analisado pela presidência, e "não há prazo estabelecido para esta análise acontecer".
O governo disse que as acusações "não correspondem aos fatos" e que "o pedido protocolado por três deputados de oposição na Assembleia Legislativa tem caráter político-eleitoral". Também afirmou que as supostas irregularidades já foram analisadas e afastadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) desde 2024.
Já a Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro disse lamentar "ser alvo de instrumentalização eleitoreira" e disse que a instituição tem "trajetória sólida e transparente de mais de 55 anos" e "segue cumprindo sua missão de cuidar dos pacientes, como sempre fez ao longo de sua história".















