25 outubro 2026

Governadora de Pernambuco Raquel Lyra parabeniza Lula pela reeleição à Presidência da República

Foto: Ricardo Stuckert / PR

Parabenizo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela reeleição à Presidência da República e desejo sucesso na missão de governar o nosso país novamente.

Vamos seguir, aqui em Pernambuco, trabalhando junto com o Governo Federal com muito diálogo, respeito institucional e parceria. Foi assim que a gente conseguiu destravar obras, garantir investimentos e entregar vida nova para nossa gente.

Desejo que este novo mandato seja de união, fortalecimento da democracia e compromisso cada vez maior com quem mais precisa. De um Brasil mais justo, mais desenvolvido, com oportunidade para todo mundo.


Da nossa parte, pode contar com Pernambuco, presidente Lula. Vamos seguir trabalhando, sem parar, para transformar cada compromisso em resultado concreto na vida das pessoas.

Pernambuco está pronto para viver os seus melhores anos. E vamos vivê-los junto com o Brasil.

Raquel Lyra
Governadora de Pernambuco


Secom Gov PE

É tetra! Lula é eleito pela 4ª vez presidente do Brasil após virada inédita contra Flávio Bolsonaro

Foto/reprodução

Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de 80 anos, foi reeleito neste domingo presidente da República para um quarto mandato, numa virada inédita desde a redemocratização brasileira. O ex-torneiro mecânico, que há duas décadas se tornou o primeiro operário a governar o país, confirmou sua recondução ao cargo. Após 96,83% das urnas apuradas, ele tinha 51,74% dos votos válidos, contra 48,26% do senador Flávio Bolsonaro (PL), seu principal adversário. A vitória petista foi garantida às 21h09.

Durante a reta final da campanha, Lula e Flávio chegaram ao domingo da eleição empatados tecnicamente dentro da margem de erro, porém com uma vantagem numérica para o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na Datafolha, Flávio aparecia com 51% dos votos válidos, contra 49% de Lula. A Quaest mostrou um cenário semelhante: Flávio com 51% das intenções de votos válidos, contra 49% de Lula.

Lula saiu atrás no primeiro turno de Flávio Bolsonaro, conquistando 45,16% dos votos, ante 47,03% do senador do PL. A diferença foi de 2.224.965 votos, segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Como relatou Thomas Traumann na edição deste domingo, o presidente que deixou o hotel Renaissance, em São Paulo, na noite do primeiro turno de 2026, havia desaprendido a perder uma eleição. Dos últimos seis pleitos presidenciais, o PT venceu cinco, e a única derrota aconteceu com Lula preso.

O tom da campanha mudou completamente no segundo turno. Quatro anos após o discurso da vitória de 2022, em que exclamou “Tentaram me enterrar vivo, mas eu ressuscitei”, o presidente demonstrou sua capacidade de ressuscitar.

No dia seguinte à derrota, enquanto o PT se engalfinhava em busca de culpados, milhares de estudantes da Universidade Federal Fluminense saíram do Campus do Gragoatá e percorreram ruas de Icaraí e do Centro de Niterói para defender Lula. Dias depois, outros milhares de jovens ocuparam a praça da Candelária, no Rio. O movimento se espalhou pelo país. A esquerda, que desde 2013 estava sumida das ruas, ressurgiu num movimento orgânico, sem partido e unida pela rejeição ao bolsonarismo.

Em Brasília, Lula defenestrou o que ele mesmo definiu como o comando da “campanha mais desorganizada da história”. O senador Camilo Santana (PT-CE) assumiu a coordenação e o governador do Piauí, Rafael Fonteles, reorganizou a comunicação. O deputado André Janones (Rede-MG) abriu espaço a cotoveladas para criar o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, que em duas semanas reuniu mais de 10 milhões de membros.

Na sua nona e última campanha eleitoral, Lula mudou com a ameaça de encerrar a carreira com uma derrota. Segundo quem convive com ele, passou a ouvir mais e teimar menos.

O Lula que ressuscitou no segundo turno e eleito neste domingo é um candidato que foi obrigado a se atualizar rápido. Após anos de ojeriza às redes, ele passou a gravar vídeos diários na vertical, em formato de selfie. Até o chapéu que ele insistia em usar, mesmo em entrevistas de estúdio, foi deixado de lado. Conceitos distantes da população como a soberania nacional e o controle da exploração das terras- raras foram substituídos por temas urgentes como a redução da jornada de trabalho e a renegociação de dívidas. Pela primeira vez em quatro anos, Lula reconheceu que seu governo cometeu erros e que a população tem motivos para estar insatisfeita.

Última dança

Depois de deixar a Presidência em 2010, com 87% de aprovação, o petista viu sua sucessora, Dilma Rousseff (PT), sofrer um processo de impeachment (2016); ficou preso por 580 dias por corrupção passiva e lavagem de dinheiro (2018-2019); e teve as condenações anuladas por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Em 2022, 1.087 dias depois de deixar a carceragem da Polícia Federal em Curitiba, tornou-se o primeiro brasileiro da História a ser eleito três vezes para o principal cargo do Executivo — e agora renovou o recorde pessoal com a reeleição.

Com o novo triunfo, Lula agora tem mais vitórias do que derrotas. Em 1989, na primeira eleição direta após a redemocratização, o ex-metalúrgico foi derrotado por Fernando Collor (PRN) no segundo turno por uma diferença de pouco mais de 4 milhões de votos (53% a 47%).

Nos dois pleitos seguintes — primeiro com Aloizio Mercadante (hoje seu coordenador de plano de governo) e depois com Leonel Brizola (PDT) como vice —, foi superado por Fernando Henrique Cardoso (PSDB) em primeiro turno.

A primeira vitória veio em 2002, superando José Serra (PSDB), seguida de reeleição contra o então tucano Geraldo Alckmin, agora no PSB e seu vice. A partir de 1º de janeiro de 2027, Lula assume o quarto mandato — e provavelmente seu último, já que terá 84 anos ao fim do próximo ciclo — com o desafio de encarar um aumento de violência no território; uma crise no Judiciário, principalmente entre integrantes do STF; e problemas no orçamento, com gastos obrigatórios espremendo as verbas discricionárias.

Problemas de popularidade

Apesar da vitória, Lula teve um terceiro mandato com problemas de popularidade. Lideranças petistas avaliam ainda que parte das dificuldades que vieram à tona na campanha são resultados de erros cometidos desde o início do mandato. Em uma opção vista como “arrogante” por uma parcela dos seus aliados, Lula não levou a “frente ampla” formada para a disputa contra Jair Bolsonaro para o centro de sua gestão, apesar da vitória apertada sobre o ex-presidente em 2022.

Simone Tebet, terceira colocada há quatro anos, ficou à frente do Ministério do Planejamento, pasta ofuscada pela Fazenda. Já Alckmin recebeu tarefas importantes do presidente, mas não teve papel central nas decisões, nem integrava o núcleo mais próximo a Lula. Bandeiras históricas defendidas pelo ex-tucano, como o controle minucioso do gasto público, não fizeram parte do cardápio adotado pelo governo.

O maior exemplo da pouca amplitude da gestão se deu na escolha dos ministros que formaram o núcleo central. Apesar de ter distribuído pastas para partidos do Centrão, como PP e União Brasil, Lula restringiu ao PT a participação nos ministérios que possuem gabinete no Palácio do Planalto. Para a definição dos nomes, misturou os critérios de nostalgia e gratidão. No primeiro grupo, entraram Alexandre Padilha, responsável inicialmente pela articulação política, posto que já havia ocupado entre 2009 e 2010, e Rui Costa, escalado para chefiar a Casa Civil com a missão de repetir a atuação de Dilma Rousseff. Era uma tentativa de reproduzir o modelo de organização do governo do segundo mandato, em que conseguiu atingir 83% de popularidade.

Já entre os premiados pela gratidão estavam aqueles que ficaram ao lado de Lula durante os 580 dias de prisão, entre 2018 e 2019, como Paulo Pimenta, que foi para a Secom, e Márcio Macedo, nomeado para a Secretaria-Geral — os dois deixaram os cargos ao longo da gestão. No caso de Pimenta, a saída ocorreu após um processo de desgaste em que o próprio Lula reclamou publicamente da comunicação.


Ao votar em Caruaru, governadora Raquel Lyra afirma que “hoje é um dia muito importante para a democracia”

Foto: Janaína Pepeu/Secom

A governadora Raquel Lyra votou, no início da tarde deste domingo (25), no Colégio Diocesano de Caruaru, no Agreste Central. A gestora destacou a importância da participação dos pernambucanos na escolha do próximo presidente da República e reforçou o compromisso de seguir trabalhando pelo Estado nos próximos quatro anos, em parceria com o Governo Federal.

“Hoje é um dia muito importante para a democracia, quando Pernambuco e o Brasil escolhem o nosso presidente da República. Venho aqui mais uma vez para exercer o nosso direito ao voto. Muita gente lutou antes de nós para que isso pudesse virar realidade. Que os pernambucanos e as pernambucanas vão às urnas com o coração cheio de amor, votando naquele que acreditam ser o melhor presidente para o nosso país”, afirmou a governadora Raquel Lyra acompanhada por familiares.

Também estiveram presentes o prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro; e os secretários estaduais André Teixeira (Mobilidade e Infraestrutura) e Juliana Gouveia (Mulher).

Secom Gov PE

Veja quem ganhou nos países com apuração encerrada

(Foto 1: Ricardo Stuckert/Campanha | Foto 2: Charles Vieira

Quase 1 milhão de brasileiros que vivem no exterior estão aptos no segundo turno das eleições presidenciais. A votação será realizada em 186 cidades em mais de cem países.

Ao longo deste domingo (25), o g1 realiza um levantamento de boletins de urna de diferentes partes do mundo, disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para antecipar os números da apuração no exterior.

Até as 9h no horário de Brasília, Lula havia vencido em 5 países, entre eles Austrália, China e Nova Zelândia, enquanto Flávio Bolsonaro havia vencido em 6 países, incluindo Japão e Malásia, segundo boletins de urna divulgados pelo TSE até o momento.

O resultado consolidado, no entanto, só será divulgado pelo TSE após as 17h (horário de Brasília), quando a votação termina no Brasil.

👉 Como foi o 1º turno? Lula venceu em 64 países, enquanto Flávio liderou em 36. Houve empate em um país (Guiné-Bissau). No total, o petista recebeu 157.387 votos (47,57%), contra 143.900 (43,49%) do senador. A abstenção foi de 62,69%.

Petrolândia: Confira o cardápio completo de César da Feijoada neste domindo (25); hoje tem lasanha de frango

 

Confira o cardápio completo de César da Feijoada neste domingo  (25/10/2026) e faça seu pedido pelo (87) 9.9995-6667.

Hoje, excepcionalmente, tem lasanha de frango.

Os pedidos também podem ser feitos através do site. https://delivery.pedeligero.com/CESARFEIJOADA

Flávio Bolsonaro: trajetória do filho de Bolsonaro, candidato à Presidência e investigado pela PF


Flávio Bolsonaro participa de almoço com prefeitos em SP — Foto: ROBERTO SUNGI/ATO PRESS

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é o representante do bolsonarismo nas Eleições de 2026. O candidato terminou o primeiro turno das eleições presidenciais em primeiro lugar, na frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Flávio é o primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena em prisão domiciliar após ser condenado pela trama golpista. Ao longos dos últimos meses, passou a campanha tentando se cacifar como herdeiro político do pai, ao mesmo tempo em que enfrenta uma investigação da Polícia Federal (PF) por suspeitas de corrupção.

Atualmente senador em fim de mandato pelo Rio de Janeiro, o candidato tem 45 anos, é casado e formado em direito.

Sua escolha como o nome do Partido Liberal passou pela decisão direta de Jair Bolsonaro. A escolha de seu herdeiro político se deu no fim de 2025, após disputas internas, e foi acompanhada de intensa briga familiar.

Apesar das discussões, Flávio chega ao primeiro turno com chances reais de ganhar a eleição, tendo como principal adversário o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Político desde os 21 anos, Flávio Bolsonaro foi eleito pela primeira vez como deputado estadual, cargo que ocupou por quatro mandatos. Em 2016, Flávio disputou e perdeu a eleição para a prefeitura do Rio de Janeiro.

Da vida sindical ao Planalto, da prisão à volta à Presidência: relembre a trajetória de Lula


Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — divulgação

“Quase quatro décadas depois de disputar pela primeira vez a Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva volta a disputar o cargo em busca do quarto mandato. Aos 80 anos, o petista disputa o pleito de 2026.

Nordestino e um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT), Lula foi eleito eleito presidente da República em 2002, 2006 e 2022 (leia mais abaixo).

Lula é o primeiro político vitorioso em três eleições presidenciais no Brasil. Antes, foi derrotado em 1989, 1994 e 1998.

Quem é Luiz Inácio Lula da Silva?

Lula nasceu em 27 de outubro de 1945, em Garanhuns, interior de Pernambuco. É o sétimo filho do casal de lavradores Aristides Inácio da Silva e Eurídice Ferreira de Mello, a dona Lindu.

Aos sete anos, mudou-se com a mãe e os irmãos para São Paulo em um caminhão pau de arara.

Viveu na periferia do Guarujá e, depois, seguiu com a mãe e irmãos para a capital – onde morou em uma habitação de um cômodo, nos fundos de um bar.

Lula trabalhou como engraxate, office boy e se empregou na Fábrica de Parafusos Marte. Se formou em torneiro mecânico pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e ingressou na indústria metalúrgica, onde também começou o movimento sindical.

Aos 17 anos, perdeu o dedo mínimo da mão esquerda em um acidente de trabalho.

Votação no exterior: Lula vence Flávio Bolsonaro na Nova Zelândia

Lula e Flávio Bolsonaro / Crédito da fotomontagem: Ca Aulucci

Quase 1 milhão de brasileiros que vivem no exterior estão aptos no segundo turno das eleições presidenciais. A votação será realizada em 186 cidades em mais de cem países.

Ao longo deste domingo (25), o g1 realiza um levantamento de boletins de urna de diferentes partes do mundo, disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para antecipar os números da apuração no exterior.

O resultado consolidado, no entanto, só será divulgado pelo TSE após as 17h (horário de Brasília), quando a votação termina no Brasil.

👉 Como foi o 1º turno? Lula venceu em 64 países, enquanto Flávio liderou em 36. Houve empate em um país (Guiné-Bissau). No total, o petista recebeu 157.387 votos (47,57%), contra 143.900 (43,49%) do senador. A abstenção foi de 62,69%.

Por Redação g1