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Lídia, considerada uma das mais belas integrantes dos bandos, que foi morta por seu companheiro após uma traição — Foto: Reprodução/TV Globo
Entre imposição, paixão e desejo de liberdade, histórias revelam o que levou mulheres a entrar no universo violento do sertão. Globo Repórter também revela as diferentes trajetórias femininas no movimento.
Por Globo Repórter
O Globo Repórter mergulhou na história do cangaço para entender uma das questões mais intrigantes desse fenômeno do sertão nordestino: a presença feminina nos bandos armados. Em meio a um cenário marcado por violência, fuga e sobrevivência extrema, mulheres não apenas acompanharam os cangaceiros, como também ajudaram a transformar a dinâmica desse universo.
Ao longo das décadas, o cangaço sempre despertou sentimentos contraditórios — medo e fascínio, rejeição e admiração. Dentro desse contexto, a entrada das mulheres trouxe novas motivações, conflitos e formas de organização que ajudam a explicar por que algumas sertanejas decidiram seguir esse caminho.
Maria Bonita: a primeira dama do cangaço
A figura mais emblemática dessa transformação é Maria Bonita, considerada a primeira mulher a integrar oficialmente o bando de Lampião. A partir de sua entrada, em 1930, outras mulheres passaram a seguir o mesmo caminho.
Sua presença simboliza não apenas uma relação amorosa, mas também uma mudança estrutural no cangaço, que deixou de ser exclusivamente masculino.
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Maria Bonita e Lampião — Foto: Reprodução/TV Globo
Entre imposição e escolha
O Globo Repórter mergulhou na história do cangaço para entender uma das questões mais intrigantes desse fenômeno do sertão nordestino: a presença feminina nos bandos armados. Em meio a um cenário marcado por violência, fuga e sobrevivência extrema, mulheres não apenas acompanharam os cangaceiros, como também ajudaram a transformar a dinâmica desse universo.
Ao longo das décadas, o cangaço sempre despertou sentimentos contraditórios — medo e fascínio, rejeição e admiração. Dentro desse contexto, a entrada das mulheres trouxe novas motivações, conflitos e formas de organização que ajudam a explicar por que algumas sertanejas decidiram seguir esse caminho.
Maria Bonita: a primeira dama do cangaço
A figura mais emblemática dessa transformação é Maria Bonita, considerada a primeira mulher a integrar oficialmente o bando de Lampião. A partir de sua entrada, em 1930, outras mulheres passaram a seguir o mesmo caminho.
Sua presença simboliza não apenas uma relação amorosa, mas também uma mudança estrutural no cangaço, que deixou de ser exclusivamente masculino.
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Maria Bonita e Lampião — Foto: Reprodução/TV Globo
Entre imposição e escolha















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