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Comércio popular da 25 de Março. Empresários citam impacto nos custos, na inflação e no mercado de trabalho com mudança na jornada — Foto: Maria Isabel Oliveira
Resultado do PIB coloca o país uma posição acima da registrada no primeiro trimestre, segundo ranking da Austin Rating com 50 países
Por Carolina Nalin e Vinicius Neder — O GLOBO/Rio de Janeiro
O Brasil registrou a quinta maior taxa de crescimento global do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre deste ano, segundo a agência de classificação de risco Austin Rating. O levantamento considera o desempenho das economias entre 50 países que já divulgaram seus resultados.
A economia brasileira cresceu 0,5% entre abril e junho, na comparação com os três primeiros meses do ano, com ajuste sazonal. O resultado coloca o país uma posição acima da registrada no primeiro trimestre, quando havia ficado em sexto lugar no ranking.
A lista foi elaborada por Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, e considera o desempenho trimestral das economias com ajuste sazonal, o que permite uma comparação mais direta entre os países.
Os países que mais cresceram
Irlanda: 1,0%
Indonésia: 0,9%
Angola: 0,7%
Malásia: 0,6%
Brasil: 0,5%
Eslovênia: 0,4%
Lituânia: 0,4%
Suécia: 0,4%
Estados Unidos: 0,4%
Sérvia: 0,4%
Suíça: 0,4%
Cingapura: 0,3%
México: 0,3%
Tunísia: 0,3%
Taiwan: 0,3%
Colômbia: 0,3%
Turquia: 0,3%
Polônia: 0,2%
China: 0,2%
Canadá: 0,2%
No topo do ranking está Irlanda, cuja economia cresceu 1% no segundo trimestre. Em seguida aparecem Indonésia e Angola. O Brasil aparece na quinta posição, com avanço de 0,5%.
Brasil fica em 37º no ranking anual
Já na comparação do segundo trimestre deste ano contra igual trimestre do ano passado, a economia brasileira cresceu 2%. O resultado levou o país a ficar na 37ª posição entre 63 economias.
O levantamento compara o desempenho dos países entre abril e junho deste ano com igual período de 2025. O resultado coloca o país atrás de economias como China, Índia, Estados Unidos, México e Colômbia.
O PIB de Taiwan liderou o crescimento nesta base de comparação, com alta de 12,9%, seguido de Angola (8,7%), Vietnã (8,4%), Índia (7,8%), Mongólia (7,7%), e outros países como Venezuela, Armênia, Malásia, Cingapura, Indonésia, Eslovênia, Dinamarca, Malta e Nigéria.
A China aparece em 15º lugar, com alta de 4,3%. Já os Estados Unidos avançaram 2,1%, assim como o México, ocupando, respectivamente, a 35ª e 36ª posição, antes do Brasil.
Taiwan: 12,9%
Angola: 8,7%
Vietnã: 8,4%
Índia: 7,8%
Mongólia: 7,7%
Venezuela: 7,1%
Armênia: 6,7%
Malásia: 6%
Cingapura: 5,9%
Indonésia: 5,3%
Eslovênia: 5%
Dinamarca: 4,6%
Malta: 4,5%
Nigéria: 4,4%
China: 4,3%
Hong Kong: 4,3%
Lituânia: 4,1%
Cazaquistão: 4,1%
Polônia: 3,9%
Sérvia: 3,8%
Montenegro: 3,8%
Coreia do Sul: 3,7%
Colômbia: 3,5%
Costa Rica: 3,4%
Suécia: 3,3%
Chipre: 3,3%
Letônia: 3%
Espanha: 2,7%
Bulgária: 2,7%
Peru: 2,6%
Portugal: 2,5%
Tunísia: 2,3%
Turquia: 2,3%
Filipinas: 2,3%
Estados Unidos: 2,1%
México: 2,1%
Brasil: 2%
Por Carolina Nalin e Vinicius Neder — Rio de Janeiro














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