O primeiro passo é identificar a quantidade de aprendizes exigida para o estabelecimento, considerando as funções que demandam formação profissional, e, em seguida, buscar uma instituição qualificadora ou entidade formadora devidamente habilitada para encaminhar jovens interessados e oferecer a formação teórica necessária.
Após a seleção, a empresa deve formalizar o contrato de aprendizagem, realizar o registro adequado, assegurar salário, jornada, férias, FGTS e demais direitos previstos para o aprendiz, além de acompanhar sua frequência e desempenho tanto no ambiente de trabalho quanto no programa de aprendizagem.
Manter toda a documentação organizada e acompanhar periodicamente o cumprimento da cota são medidas importantes para demonstrar a boa-fé e a regularidade da empresa em eventual fiscalização.
Dessa forma, a contratação de jovens aprendizes não apenas contribui para a formação profissional e a inserção de jovens no mercado de trabalho, mas também permite que a empresa cumpra suas obrigações legais e reduza significativamente o risco de autuações e penalidades.
Por Fernando Cruz














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