
Fotos: Lúcia Xavier Ramalho
Segundo o apresentador, o Censo atual vai abordar novos temas, como sucessão familiar, meio ambiente e uso de tecnologias na produção, como drones. Outra novidade é a inclusão de povos tradicionais e comunidades quilombolas.
Os recenseadores vão visitar empreendimentos agropecuários de todos os portes, localizados na zona rural e na área urbana, para cadastrar ou atualizar o cadastro de produtores da agricultura, pecuária, aquicultura e florestas, desde que os produtos sejam usados para subsistência ou comercialização. A forma de ocupação do solo (arrendamento, proprietário, meeiro etc) não influi no recenseamento, apenas o fato de a produção voltada para consumo ou comércio.
Presente à reunião, o coordenador do Polo Sindical dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Submédio São Francisco (PE/BA) e presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Petrolândia, Natanael Caetano, destacou a importância do Censo para levantamento da situação atual do agricultores reassentados do Sistema Itaparica e citou as situações de conflitos e urgência da regularização fundiária na região.
Realizado a cada 10 anos, o Censo Agropecuário é o principal levantamento estatístico sobre a agropecuária brasileira. A pesquisa reúne informações sobre estabelecimentos, perfil dos produtores, uso do solo, produção agropecuária, entre outros.























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