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Corpo de Railda Mendes Malafaia, de 77 anos, foi trocado pelo de Anerina Maria da Silva, de 80 — Foto: Reprodução/Acervo pessoal
Por Artur Ferraz, g1 PE
Duas famílias foram enganadas após uma troca de corpos no Serviço de Verificação de Óbito (SVO) do Recife. Um erro de identificação acabou fazendo com que Railda Mendes Malafaia, de 77 anos, fosse enterrada no lugar de Anerina Maria da Silva, de 80, numa cidade localizada a 51 quilômetros de onde deveria ter sido velada.
Ao g1, o filho de Railda, André Malafaia, disse que só descobriu o equívoco quando chegou para o velório da mãe, no Cemitério de Santo Amaro, no Centro da capital pernambucana.
"Quando eu abro a capela junto com um funcionário lá, já tinha alguns amigos. Quando eu tirei um 'veuzinho' assim [do rosto dela], eu disse: 'essa não é a minha mãe'", contou.
Na terça-feira (5), a família conseguiu na Justiça uma liminar, em tutela de urgência, ordenando ao governo do estado fazer a exumação e o traslado dos corpos, porém, até o momento, nenhuma providência foi tomada, segundo os parentes (saiba mais abaixo).
O g1 entrou em contato com a Procuradoria Geral do Estado (PGE) e a Secretaria de Defesa Social (SDS), mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
Após ver o corpo de outra mulher no caixão de sua mãe, André disse que fez uma busca junto à funerária e descobriu que Railda tinha sido sepultada, dentro de um caixão fechado, num cemitério público de Carpina, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. O Instituto de Medicina Legal ajudou a desvendar o caso ao achar a funerária de Carpina.
"Chegaram outros parentes e eu dizia: 'gente, eu não estou ficando doido, me ajudem aqui, vejam se é a minha mãe nesse caixão'. Foi unânime. A gente começou a 'Odisseia'. Liga para a funerária. A funerária, supersolícita, chegou em minutos, foi explicada toda a situação. E o que a funerária fez? Cadê o NIC?", disse.
Duas famílias foram enganadas após uma troca de corpos no Serviço de Verificação de Óbito (SVO) do Recife. Um erro de identificação acabou fazendo com que Railda Mendes Malafaia, de 77 anos, fosse enterrada no lugar de Anerina Maria da Silva, de 80, numa cidade localizada a 51 quilômetros de onde deveria ter sido velada.
Ao g1, o filho de Railda, André Malafaia, disse que só descobriu o equívoco quando chegou para o velório da mãe, no Cemitério de Santo Amaro, no Centro da capital pernambucana.
"Quando eu abro a capela junto com um funcionário lá, já tinha alguns amigos. Quando eu tirei um 'veuzinho' assim [do rosto dela], eu disse: 'essa não é a minha mãe'", contou.
Na terça-feira (5), a família conseguiu na Justiça uma liminar, em tutela de urgência, ordenando ao governo do estado fazer a exumação e o traslado dos corpos, porém, até o momento, nenhuma providência foi tomada, segundo os parentes (saiba mais abaixo).
O g1 entrou em contato com a Procuradoria Geral do Estado (PGE) e a Secretaria de Defesa Social (SDS), mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
Após ver o corpo de outra mulher no caixão de sua mãe, André disse que fez uma busca junto à funerária e descobriu que Railda tinha sido sepultada, dentro de um caixão fechado, num cemitério público de Carpina, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. O Instituto de Medicina Legal ajudou a desvendar o caso ao achar a funerária de Carpina.
"Chegaram outros parentes e eu dizia: 'gente, eu não estou ficando doido, me ajudem aqui, vejam se é a minha mãe nesse caixão'. Foi unânime. A gente começou a 'Odisseia'. Liga para a funerária. A funerária, supersolícita, chegou em minutos, foi explicada toda a situação. E o que a funerária fez? Cadê o NIC?", disse.















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