Mesmo com uma faixa litorânea que percorre as regiões do Norte ao Sul do estado, muitos pernambucanos nunca viram o mar. Para quem vive na região dos sertões, a distância se impõe como um obstáculo a mais para quem sonha em contemplar as ondas azuis do oceano.
Até sábado (13), essa era a realidade de Maria Emília, moradora de Floresta, no Sertão. Aos 60 anos, cardiopata e às vésperas de passar por uma cirurgia delicada e de risco no Recife, ela pediu aos médicos para ver o mar pela primeira vez. O pedido foi atendido, com direito a água de coco, sol e maresia
A cirurgia de Maria Emília estava marcada para a segunda-feira (15), e para fazê-la, Maria Emília teve que viajar 450 quilômetros, até o Hospital das Clínicas (HC), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na Zona Oeste do Recife.
Antes do procedimento cirúrgico, ela pediu à equipe médica para conhecer a praia. Um esquema especial foi montado para levá-la de ambulância até Boa Viagem, na Zona Sul da capital.
"Ave Maria. Para mim, é tudo. Estou adorando, estou adorando estar aqui. Foi uma das melhores coisas que aconteceram na minha vida", contou Maria Emília durante o passeio para a equipe médica.
Para viabilizar a realização do sonho, Maria Emília contou com a ajuda de profissionais da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Adulto, Divisão de Paciente Crítico, Hotelaria Hospitalar, Bloco Cirúrgico e Núcleo Central de Equipamentos do HC.
Com a ajuda dos servidores, ela tomou banho de sol, provou água de coco e sentiu a brisa da beira da praia.
Dois dias depois, ela passou pela cirurgia no Hospital das Clínicas. De acordo com a unidade, ela segue internada, se recuperando do procedimento.
Antes do procedimento cirúrgico, ela pediu à equipe médica para conhecer a praia. Um esquema especial foi montado para levá-la de ambulância até Boa Viagem, na Zona Sul da capital.
"Ave Maria. Para mim, é tudo. Estou adorando, estou adorando estar aqui. Foi uma das melhores coisas que aconteceram na minha vida", contou Maria Emília durante o passeio para a equipe médica.
Para viabilizar a realização do sonho, Maria Emília contou com a ajuda de profissionais da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Adulto, Divisão de Paciente Crítico, Hotelaria Hospitalar, Bloco Cirúrgico e Núcleo Central de Equipamentos do HC.
Com a ajuda dos servidores, ela tomou banho de sol, provou água de coco e sentiu a brisa da beira da praia.
Dois dias depois, ela passou pela cirurgia no Hospital das Clínicas. De acordo com a unidade, ela segue internada, se recuperando do procedimento.
Por g1 Pernambuco, TV Globo

















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