"O pequeno (produtor) só vai ser grande quando ele tiver (como beneficiar) o líquido (água de coco)", afirma Francisco Nunes, presidente do Sindcoco, durante preparativos no Ceasa de Petrolândia (Reprodução YouTube)
Um dos temas no evento, em palestra na sexta-feira (4), é o impacto do "El Niño" na cultura do coco. Segundo Nunes, o assunto é bastante pertinente, pois há grande expectativa sobre a extensão dos efeitos do fenômeno climático nos próximos meses. "Estamos trazendo esse tema para ser debatido dentro do evento em Petrolândia. Por isso é muito importante que os produtores de coco se inscrevam, venham participar do evento, porque eles vão sair daqui com muitas informações".
Nunes afirma que dois dos palestrantes estão chegando da Indonésia, onde participaram de evento sobre a cultura do coco, com encontro de representantes de 10 países. O presidente falou sobre as experiência do país asiático para agregar valor ao coco, com organização de produtores em cooperativas e produção em agroindústria.
A organização dos produtores também foi citadaontada por Nunes como um dos fatores para a valorização do produto nacional. "A gente pergunta qual é a área plantada de coco no Brasil. A maioria das instituições não sabe. O Sindcoco está se colocando à disposição dos produtores para a gente fazer esse levantamento.
Nunes ressaltou que Petrolândia e cidades vizinhas, como Glória e Rodelas, na Bahia, são hoje um polo da cultura do coco porque têm entre 11 e 20 mil hectares de plantação de coco, enquanto Petrolina tem cerca de 2 mil hectares.
A programação extensa e enriquecedora para produtores de coco, estudantes, acadêmicos e pessoas interessadas no tema, pode ser consultada no site https://sindcoco.com/simposio/public/
As inscrições custam o investimento de R$ 150,00 e o evento acontece no Ceasa de Petrolândia, às margens da BR 316.
















Nenhum comentário:
Postar um comentário
Comentários são publicados somente depois de avaliados por moderador. Aguarde publicação. Agradecemos a sua opinião.