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O governo dos Estados Unidos (EUA) prorrogou por mais um ano o estado de emergência nacional em relação ao Brasil e reafirmou oficialmente as acusações que embasaram a medida adotada em 2025. Em comunicado divulgado nesta terça-feira (28), a Casa Branca sustenta que ações do governo brasileiro continuam representando uma “ameaça incomum e extraordinária” à segurança nacional, à política externa e à economia americana, além de voltar a acusar o país de perseguir politicamente o ex-presidente Jair Bolsonaro, sua família e seus apoiadores e de restringir a liberdade de expressão.
O aviso, assinado na Casa Branca e com publicação prevista para esta quarta-feira (29) no Federal Register, mantém em vigor a emergência declarada pela Ordem Executiva 14323, de 30 de julho de 2025. Pela legislação americana, esse tipo de medida precisa ser renovado anualmente para permanecer válido.
Na justificativa, o governo americano afirma que as “políticas, práticas e ações do Governo do Brasil” continuam interferindo na economia dos Estados Unidos, violando direitos de cidadãos americanos e prejudicando interesses estratégicos do país.
O documento também afirma que integrantes do governo brasileiro estariam promovendo perseguição política contra Jair Bolsonaro, seus familiares e apoiadores, contribuindo para um “deliberado colapso do Estado de Direito”, além de intimidação política e violações de direitos humanos.















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