/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/X/u/iWI46lRueNfvkYKnBj4w/endrick.jpeg)
Boneco gigante de Endrick em produção — Foto: Pedro Alves/g1
O técnico Carlo Ancelotti pode até não ter escalado ainda, mas Endrick, promessa da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, já entrou em campo. Pelo menos na torcida em Pernambuco, onde está virando boneco gigante (veja vídeo acima). A estreia do jovem futebolista no mundial é alvo de um verdadeiro clamor popular, e pode ocorrer no jogo desta sexta-feira (19) contra o Haiti.
A missão está nas mãos do escultor Guilherme Paz, que passa os dias analisando fotos, modelando barro e tentando reproduzir uma das características mais marcantes do atacante: o olhar. E, para isso, vale até pedir ajuda à inteligência artificial.
Mesmo sem ser titular absoluto da Seleção Brasileira, Endrick, de 19 anos, é apontado por muitos torcedores como uma das principais promessas do futebol nacional, ao ponto de ser chamado de "o novo Pelé".
Revelado pelo Palmeiras e atualmente no Real Madrid (mas emprestado ao Lyon), ele ganhou destaque pela personalidade em campo, pelos gols decisivos e pela identificação que criou com parte da torcida brasileira, que vê no jogador um símbolo da renovação da Seleção.
A responsável pela homenagem a Endrick é a Embaixada dos Bonecos Gigantes, que todos os anos leva às ladeiras de Olinda, no carnaval, um verdadeiro elenco de personalidades em suas versões gigantescas.
A primeira etapa da confecção do boneco passa pelas mãos do escultor Guilherme Paz. Formado em design gráfico e ilustração, ele conta que, antes de esculpir o barro com o rosto do jogador, precisa do máximo possível de referências do rosto e cabeça de quem vai fazer. A tecnologia tem sido uma aliada nesse processo.
"Envolve muita pesquisa e, ultimamente, também tenho usado muito a inteligência artificial para reconstrução de imagem. Quando, por exemplo, só consigo foto daquela pessoa de frente. Aí eu abro a IA, peço para pegar essa imagem e imaginar essa pessoa de lado, de diagonal. Vou juntando essas referências para ter tudo que preciso para fazer a cabeça", conta o escultor.
Guilherme é filho de Leandro Castro, produtor cultural à frente da Embaixada dos Bonecos Gigantes. Antes das esculturas, o jovem já trabalhou com tatuagem e com design gráfico. Há cerca de três anos, um artista da Bahia veio a Pernambuco para ministrar um curso. Foi quando ele se encantou pelos "grandalhões".
A missão está nas mãos do escultor Guilherme Paz, que passa os dias analisando fotos, modelando barro e tentando reproduzir uma das características mais marcantes do atacante: o olhar. E, para isso, vale até pedir ajuda à inteligência artificial.
Mesmo sem ser titular absoluto da Seleção Brasileira, Endrick, de 19 anos, é apontado por muitos torcedores como uma das principais promessas do futebol nacional, ao ponto de ser chamado de "o novo Pelé".
Revelado pelo Palmeiras e atualmente no Real Madrid (mas emprestado ao Lyon), ele ganhou destaque pela personalidade em campo, pelos gols decisivos e pela identificação que criou com parte da torcida brasileira, que vê no jogador um símbolo da renovação da Seleção.
A responsável pela homenagem a Endrick é a Embaixada dos Bonecos Gigantes, que todos os anos leva às ladeiras de Olinda, no carnaval, um verdadeiro elenco de personalidades em suas versões gigantescas.
A primeira etapa da confecção do boneco passa pelas mãos do escultor Guilherme Paz. Formado em design gráfico e ilustração, ele conta que, antes de esculpir o barro com o rosto do jogador, precisa do máximo possível de referências do rosto e cabeça de quem vai fazer. A tecnologia tem sido uma aliada nesse processo.
"Envolve muita pesquisa e, ultimamente, também tenho usado muito a inteligência artificial para reconstrução de imagem. Quando, por exemplo, só consigo foto daquela pessoa de frente. Aí eu abro a IA, peço para pegar essa imagem e imaginar essa pessoa de lado, de diagonal. Vou juntando essas referências para ter tudo que preciso para fazer a cabeça", conta o escultor.
Guilherme é filho de Leandro Castro, produtor cultural à frente da Embaixada dos Bonecos Gigantes. Antes das esculturas, o jovem já trabalhou com tatuagem e com design gráfico. Há cerca de três anos, um artista da Bahia veio a Pernambuco para ministrar um curso. Foi quando ele se encantou pelos "grandalhões".
















/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Q/z/OXB53OTNmfcKPh8tCxwg/dois-professores-morrem-no-mesmo-dia-em-acidentes-diferentes-no-ce.jpg)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Z/o/bonemwR2y6ylwH4POiIA/wagner-waldemir-barreto-agencia-senado.jpg)

/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2026/O/S/SQpkUzQCGYrGXvU7CPAg/vorcaro.png)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/U/4/b6UFzzQoCj2GglB2uSpw/carlos-moura-wagner.jpg)
.png)
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2025/6/p/897Tn8RlClqBRoXANELg/arte-8-.png)


