A Procuradoria-Geral da República (PGR) rejeitou a segunda proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O entendimento foi de que não há elemento novo no que foi proposto por ele.
Entre o apresentado, segundo fontes ouvidas pela coluna, Daniel Vorcaro diz algumas vezes que “ouviu dizer” e não se compromete com valores.
A Polícia Federal também já se posicionou contra o acordo de colaboração. Agora, o relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro André Mendonça, decidirá sobre o andamento futuro das negociações, inclusive acerca do ambiente prisional em que Vorcaro ficará abrigado.
Hoje, o banqueiro, investigado por fraudes no Sistema Financeiro Nacional, está preso na Superintendência da Polícia Federal.
A PF recomendou que o banqueiro deixe a Superintendência da corporação em Brasília. Mendonça pediu que a PGR se pronunciasse sobre o assunto. Paulo Gonet se manifestou contra o pedido de domiciliar feito pela defesa e analisou que o STF deve apontar um local que seja adequado ao cumprimento da pena.
Por Metrópoles















.jpeg)

/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/E/j/QT8X8OQ8mJVwL2v4MWEQ/whatsapp-image-2026-06-15-at-06.59.07.jpeg)

/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/j/b/q5lhYrQnmqkcj3pIAPpA/img-20260219-101408686.jpg)





Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República — Foto: Carlos Moura/Agência Senado