>>>Morre no Recife Aninha Carvalho, primeira-dama de Petrolândia
Aninha partiu por volta das 2h da manhã, no Recife, deixando um rastro de comoção que rapidamente tomou conta da cidade. Esposa do prefeito Fabiano Marques, ela nunca foi apenas a primeira-dama. Foi companheira de vida, amiga leal, parceira incansável — dessas que caminham lado a lado, nos dias bons e, sobretudo, nos mais difíceis.
E houve dias difíceis.
Em outubro de 2022, um AVC mudou profundamente a rotina de Aninha e de Fabiano. A vida, que até então seguia seu curso entre compromissos públicos e a dedicação à família, ganhou novos desafios. Vieram as limitações, os cuidados intensificados, a luta diária. Mas também veio algo ainda maior: a reafirmação da fé, do amor e de um companheirismo que resistiu ao tempo e às adversidades.
Aninha enfrentou esse período como viveu toda a sua vida: com dignidade, serenidade e uma força que não precisava ser anunciada. E Fabiano, ao seu lado, retribuiu em presença, em zelo, em entrega, ao mesmo tempo em que cuidava de seu povo. Juntos, mostraram que o amor verdadeiro não se mede nos momentos de facilidade, mas na permanência diante das tempestades.
Antes e depois desse capítulo, Aninha sempre foi a mesma: discreta, mas profundamente atuante. Sua participação em ações sociais, seu olhar atento às necessidades das pessoas e sua forma de ajudar fizeram dela uma figura respeitada e querida. Não buscava reconhecimento — e talvez por isso tenha sido tão reconhecida.
Era daquelas mulheres sempre presentes. Que sabiam a hora de falar e, principalmente, a hora de ouvir. Que transformavam gestos simples em gestos inesquecíveis. Que construíam pontes, acolhiam dores e celebravam conquistas com a mesma intensidade.
O velório será realizado na residência da família, na Avenida Barreiras, em Petrolândia. O sepultamento está marcado para esta segunda-feira (27), às 9h. Será um momento de despedida, mas também de reverência a uma história que deixa marcas profundas.
Aninha deixa dois filhos, João e Bruno Marques, uma família enlutada e uma cidade inteira agradecida. Sua ausência física dói, mas sua essência permanece viva — no exemplo, nas lembranças e no legado de humanidade que construiu ao longo da vida.
Porque há pessoas que não passam. Permanecem.
E Aninha, sem dúvida, é uma delas.


















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