20 maio 2026

Cidade do Ceará recebe 1ª fábrica do Brasil de peças de magnésio para carros e motos com investimento de R$ 220 milhões e previsão de gerar mais de 300 empregos diretos

Cerimônia de assinatura do protocolo para início das obras da futura unidade industrial da Magnésio do Nordeste Ltda em parceria com o Grupo Avelino. Foto: ADESCC/Divulgação

Com investimento de R$ 200 milhões, o novo empreendimento deve gerar mais de 300 empregos diretos no Sertão Central do Estado do Ceará.

Por Diário do Nordeste

Quixeramobim (CE) receberá a primeira fábrica do Brasil de peças à base de magnésio para carros e motos. Com investimento de R$ 220 milhões e previsão de gerar mais de 300 empregos diretos, o empreendimento da empresa Magnésio do Nordeste deve iniciar as obras em junho deste ano.

A construção deve durar 12 meses. ​As informações foram compartilhadas pelo secretário de Desenvolvimento Econômico de Quixeramobim, Afrânio Feitosa, e confirmadas ao Diário do Nordeste por fontes ligadas à empresa.

A matéria-prima utilizada na fábrica não será extraída no município cearense. A companhia irá importar o magnésio para transformá-lo localmente em componentes automotivos.

​A negociação para a abertura da unidade ocorria há dois anos, antes mesmo do anúncio do porto seco em Quixeramobim, que será interligado à ferrovia Transnordestina.
​Foco inicial no mercado interno

​Conforme Afrânio, a construção ocorrerá em três fases e a estrutura ficará instalada nas proximidades da sede de Quixeramobim. A produção de peças para carros e motos atenderá, inicialmente, o mercado nacional.

​Quixeramobim receberá a primeira fábrica do Brasil de peças à base de magnésio para carros e motos. Com investimento de R$ 220 milhões e previsão de gerar mais de 300 empregos diretos, o empreendimento da empresa Magnésio do Nordeste deve iniciar as obras em junho deste ano.

A construção deve durar 12 meses. ​As informações foram compartilhadas pelo secretário de Desenvolvimento Econômico de Quixeramobim, Afrânio Feitosa, e confirmadas ao Diário do Nordeste por fontes ligadas à empresa.

A matéria-prima utilizada na fábrica não será extraída no município cearense. A companhia irá importar o magnésio para transformá-lo localmente em componentes automotivos.

​A negociação para a abertura da unidade ocorria há dois anos, antes mesmo do anúncio do porto seco em Quixeramobim, que será interligado à ferrovia Transnordestina.

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​Foco inicial no mercado interno

​Conforme Afrânio, a construção ocorrerá em três fases e a estrutura ficará instalada nas proximidades da sede de Quixeramobim. A produção de peças para carros e motos atenderá, inicialmente, o mercado nacional.

​"A área destinada é de 18 hectares para a primeira fase. Eles querem começar a construção do prédio logo, e a previsão é iniciar o fornecimento de peças no meio do ano que vem", afirma o secretário.


​ZPE e Transnordestina podem abrir portas para o mercado externo

​A Zona de Processamento de Exportação (ZPE) privada, a ser construída nos arredores do Complexo Industrial e Portuário de Quixeramobim, também foi mencionada por Afrânio Feitosa.

​O secretário afirma que "existe a previsão" de a Magnésio do Nordeste instalar-se na região da ZPE, que deve começar a operar nos próximos anos.

Com isso, o destino das peças poderá ser o exterior, já que haverá o funcionamento da área portuária e da Ferrovia Transnordestina, cujas obras no município devem ser concluídas nas próximas semanas.

por Luciano Rodrigues/Diário do Nordeste



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