Cerimônia de assinatura do protocolo para início das obras da futura unidade industrial da Magnésio do Nordeste Ltda em parceria com o Grupo Avelino. Foto: ADESCC/Divulgação
Por Diário do Nordeste
Quixeramobim (CE) receberá a primeira fábrica do Brasil de peças à base de magnésio para carros e motos. Com investimento de R$ 220 milhões e previsão de gerar mais de 300 empregos diretos, o empreendimento da empresa Magnésio do Nordeste deve iniciar as obras em junho deste ano.
A construção deve durar 12 meses. As informações foram compartilhadas pelo secretário de Desenvolvimento Econômico de Quixeramobim, Afrânio Feitosa, e confirmadas ao Diário do Nordeste por fontes ligadas à empresa.
A matéria-prima utilizada na fábrica não será extraída no município cearense. A companhia irá importar o magnésio para transformá-lo localmente em componentes automotivos.
A negociação para a abertura da unidade ocorria há dois anos, antes mesmo do anúncio do porto seco em Quixeramobim, que será interligado à ferrovia Transnordestina.
Foco inicial no mercado interno
Conforme Afrânio, a construção ocorrerá em três fases e a estrutura ficará instalada nas proximidades da sede de Quixeramobim. A produção de peças para carros e motos atenderá, inicialmente, o mercado nacional.
Quixeramobim receberá a primeira fábrica do Brasil de peças à base de magnésio para carros e motos. Com investimento de R$ 220 milhões e previsão de gerar mais de 300 empregos diretos, o empreendimento da empresa Magnésio do Nordeste deve iniciar as obras em junho deste ano.
A construção deve durar 12 meses. As informações foram compartilhadas pelo secretário de Desenvolvimento Econômico de Quixeramobim, Afrânio Feitosa, e confirmadas ao Diário do Nordeste por fontes ligadas à empresa.
A matéria-prima utilizada na fábrica não será extraída no município cearense. A companhia irá importar o magnésio para transformá-lo localmente em componentes automotivos.
A negociação para a abertura da unidade ocorria há dois anos, antes mesmo do anúncio do porto seco em Quixeramobim, que será interligado à ferrovia Transnordestina.
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Foco inicial no mercado interno
Conforme Afrânio, a construção ocorrerá em três fases e a estrutura ficará instalada nas proximidades da sede de Quixeramobim. A produção de peças para carros e motos atenderá, inicialmente, o mercado nacional.
"A área destinada é de 18 hectares para a primeira fase. Eles querem começar a construção do prédio logo, e a previsão é iniciar o fornecimento de peças no meio do ano que vem", afirma o secretário.
ZPE e Transnordestina podem abrir portas para o mercado externo
A Zona de Processamento de Exportação (ZPE) privada, a ser construída nos arredores do Complexo Industrial e Portuário de Quixeramobim, também foi mencionada por Afrânio Feitosa.
O secretário afirma que "existe a previsão" de a Magnésio do Nordeste instalar-se na região da ZPE, que deve começar a operar nos próximos anos.
Com isso, o destino das peças poderá ser o exterior, já que haverá o funcionamento da área portuária e da Ferrovia Transnordestina, cujas obras no município devem ser concluídas nas próximas semanas.
A construção deve durar 12 meses. As informações foram compartilhadas pelo secretário de Desenvolvimento Econômico de Quixeramobim, Afrânio Feitosa, e confirmadas ao Diário do Nordeste por fontes ligadas à empresa.
A matéria-prima utilizada na fábrica não será extraída no município cearense. A companhia irá importar o magnésio para transformá-lo localmente em componentes automotivos.
A negociação para a abertura da unidade ocorria há dois anos, antes mesmo do anúncio do porto seco em Quixeramobim, que será interligado à ferrovia Transnordestina.
Foco inicial no mercado interno
Conforme Afrânio, a construção ocorrerá em três fases e a estrutura ficará instalada nas proximidades da sede de Quixeramobim. A produção de peças para carros e motos atenderá, inicialmente, o mercado nacional.
Quixeramobim receberá a primeira fábrica do Brasil de peças à base de magnésio para carros e motos. Com investimento de R$ 220 milhões e previsão de gerar mais de 300 empregos diretos, o empreendimento da empresa Magnésio do Nordeste deve iniciar as obras em junho deste ano.
A construção deve durar 12 meses. As informações foram compartilhadas pelo secretário de Desenvolvimento Econômico de Quixeramobim, Afrânio Feitosa, e confirmadas ao Diário do Nordeste por fontes ligadas à empresa.
A matéria-prima utilizada na fábrica não será extraída no município cearense. A companhia irá importar o magnésio para transformá-lo localmente em componentes automotivos.
A negociação para a abertura da unidade ocorria há dois anos, antes mesmo do anúncio do porto seco em Quixeramobim, que será interligado à ferrovia Transnordestina.
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Foco inicial no mercado interno
Conforme Afrânio, a construção ocorrerá em três fases e a estrutura ficará instalada nas proximidades da sede de Quixeramobim. A produção de peças para carros e motos atenderá, inicialmente, o mercado nacional.
"A área destinada é de 18 hectares para a primeira fase. Eles querem começar a construção do prédio logo, e a previsão é iniciar o fornecimento de peças no meio do ano que vem", afirma o secretário.
ZPE e Transnordestina podem abrir portas para o mercado externo
A Zona de Processamento de Exportação (ZPE) privada, a ser construída nos arredores do Complexo Industrial e Portuário de Quixeramobim, também foi mencionada por Afrânio Feitosa.
O secretário afirma que "existe a previsão" de a Magnésio do Nordeste instalar-se na região da ZPE, que deve começar a operar nos próximos anos.
Com isso, o destino das peças poderá ser o exterior, já que haverá o funcionamento da área portuária e da Ferrovia Transnordestina, cujas obras no município devem ser concluídas nas próximas semanas.
por Luciano Rodrigues/Diário do Nordeste














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