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Empresário Ricardo Magro é um dos maiores sonegadores fiscais do país. — Foto: Michelle Cadara/Divulgação
Por CBN
A Polícia Federal realiza operação nesta sexta-feira (15) de busca e apreensão envolvendo especialmente o escândalo da Refinaria de Manguinhos, a Refit.
Entre os alvos estão o ex-governador Cláudio Castro e o dono da Refit, Ricardo Magro, empresário considerado um dos maiores sonegadores fiscais do país. Ele é considerado o maior devedor de ICMS do estado de São Paulo, o segundo maior do Rio e um dos maiores da União.
A Polícia Federal realiza operação nesta sexta-feira (15) de busca e apreensão envolvendo especialmente o escândalo da Refinaria de Manguinhos, a Refit.
Entre os alvos estão o ex-governador Cláudio Castro e o dono da Refit, Ricardo Magro, empresário considerado um dos maiores sonegadores fiscais do país. Ele é considerado o maior devedor de ICMS do estado de São Paulo, o segundo maior do Rio e um dos maiores da União.
Empresas ligadas ao grupo teriam sido usadas para movimentar recursos em esquemas de fraude tributária que há anos são monitorados pelas autoridades federais.
Magro já havia entrado na pauta política nesta semana após virar tema de uma conversa entre o presidente Lula e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Isso porque Magro mora em Miami, nos EUA, e já é alvo de outros mandados no Rio de Janeiro.
O brasileiro, inclusive, falou em coletiva de imprensa posteriormente que havia pedido ajuda com a prisão e deportação de brasileiros criminosos em Miami.
Em uma entrevista anterior à TV Record Bahia, Lula disse esperar que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prenda o empresário Ricardo Magro, dono do Grupo Refit, da refinaria de Manguinhos, envolvida na operação Carbono Oculto, que apura sonegação fiscal.
O petista chamou ele de um dos chefes do crime organizado do país.
O presidente falou que o governo investiga o crime organizado e mira no andar de cima na questão do combate à corrupção. Foi quando disse que já conversou com Donald Trump sobre brasileiros que estão sendo investigados, mas moram nos EUA, e afirmou que esperam a prisão de Ricardo Magro.
'Mas o que nós queremos, na verdade, é chegar no andar de cima da corrupção. O que nós queremos é chegar aos magnatas da corrupção que não moram na favela. Eu disse para o Trump: se você quiser combater o crime organizado de verdade, o Brasil está disposto a jogar todo o peso que a gente puder jogar para combater.
E você poderia começar me entregando os brasileiros que estão aí. Tenho o endereço da casa e tenho o nome das pessoas brasileiras que têm praticado crime e que estão foragidas nos Estados Unidos. E eu estou aguardando sobretudo o dono da Refit, que é o principal deles'.
A Polícia Federal procura o empresário Ricardo Magro, dono da Refit, que teve o nome incluído na Difusão Vermelha da Interpol.
Operação contra Refit
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Cláudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro — Foto: Governo do Rio de Janeiro
A Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão contra o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, do PL, na manhã desta sexta-feira (15). Agentes estiveram na casa do pré-candidato ao Senado, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste da capital.
Castro é um dos alvos de uma operação que cumpre 17 mandados de busca e apreensão. O caso está relacionado ao escândalo da Refinaria de Manguinhos, a Refit.
A refinaria é investigada em operações que apuram suspeitas de fraude fiscal e importação irregular de combustíveis. As autoridades apontam indícios de que a unidade operaria como uma “refinaria fantasma”, simulando atividades de refino e importando derivados praticamente prontos para reduzir a carga tributária.
De acordo com a PF, a Operação Sem Refino apura a atuação de um conglomerado econômico do setor de combustíveis suspeito de utilizar estruturas societárias e financeiras para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos para o exterior.
As investigações também apuram possíveis fraudes fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências relacionadas à operação da refinaria vinculada ao grupo.
Na ação, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e sete medidas de afastamento de função pública nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal. A Justiça também determinou a inclusão de um dos investigados na Difusão Vermelha da Interpol.
Além disso, houve o bloqueio de aproximadamente R$ 52 bilhões em ativos financeiros e a suspensão das atividades econômicas das empresas investigadas.
A investigação integra as apurações conduzidas pela Polícia Federal no âmbito da ADPF 635/RJ, relacionada à atuação de organizações criminosas e às conexões desses grupos com agentes públicos no estado do Rio de Janeiro.
A operação contou com apoio técnico da Receita Federal.
O Rio de Janeiro está sem governador oficial desde 23 de março, quando Castro renunciou um dia antes de ser condenado pelo TSE à inelegibilidade. Desde então, o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ricardo Couto, comanda o estado interinamente.
O governo do Rio também está na mira das investigações do caso Banco Master, após aportes de cerca de R$ 1 bilhão feitos pelo Rioprevidência e de mais de R$ 230 milhões pela Cedae. A operação desta sexta-feira, no entanto, não tem relação com esses episódios.
A CBN procurou a defesa de Cláudio Castro e aguarda uma posição.
Por Cláudio Gabriel e Pedro Bohnenberger
Magro já havia entrado na pauta política nesta semana após virar tema de uma conversa entre o presidente Lula e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Isso porque Magro mora em Miami, nos EUA, e já é alvo de outros mandados no Rio de Janeiro.
O brasileiro, inclusive, falou em coletiva de imprensa posteriormente que havia pedido ajuda com a prisão e deportação de brasileiros criminosos em Miami.
Em uma entrevista anterior à TV Record Bahia, Lula disse esperar que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prenda o empresário Ricardo Magro, dono do Grupo Refit, da refinaria de Manguinhos, envolvida na operação Carbono Oculto, que apura sonegação fiscal.
O petista chamou ele de um dos chefes do crime organizado do país.
O presidente falou que o governo investiga o crime organizado e mira no andar de cima na questão do combate à corrupção. Foi quando disse que já conversou com Donald Trump sobre brasileiros que estão sendo investigados, mas moram nos EUA, e afirmou que esperam a prisão de Ricardo Magro.
'Mas o que nós queremos, na verdade, é chegar no andar de cima da corrupção. O que nós queremos é chegar aos magnatas da corrupção que não moram na favela. Eu disse para o Trump: se você quiser combater o crime organizado de verdade, o Brasil está disposto a jogar todo o peso que a gente puder jogar para combater.
E você poderia começar me entregando os brasileiros que estão aí. Tenho o endereço da casa e tenho o nome das pessoas brasileiras que têm praticado crime e que estão foragidas nos Estados Unidos. E eu estou aguardando sobretudo o dono da Refit, que é o principal deles'.
A Polícia Federal procura o empresário Ricardo Magro, dono da Refit, que teve o nome incluído na Difusão Vermelha da Interpol.
Operação contra Refit
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Cláudio Castro, ex-governador do Rio de Janeiro — Foto: Governo do Rio de Janeiro
A Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão contra o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, do PL, na manhã desta sexta-feira (15). Agentes estiveram na casa do pré-candidato ao Senado, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste da capital.
Castro é um dos alvos de uma operação que cumpre 17 mandados de busca e apreensão. O caso está relacionado ao escândalo da Refinaria de Manguinhos, a Refit.
A refinaria é investigada em operações que apuram suspeitas de fraude fiscal e importação irregular de combustíveis. As autoridades apontam indícios de que a unidade operaria como uma “refinaria fantasma”, simulando atividades de refino e importando derivados praticamente prontos para reduzir a carga tributária.
De acordo com a PF, a Operação Sem Refino apura a atuação de um conglomerado econômico do setor de combustíveis suspeito de utilizar estruturas societárias e financeiras para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos para o exterior.
As investigações também apuram possíveis fraudes fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências relacionadas à operação da refinaria vinculada ao grupo.
Na ação, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e sete medidas de afastamento de função pública nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal. A Justiça também determinou a inclusão de um dos investigados na Difusão Vermelha da Interpol.
Além disso, houve o bloqueio de aproximadamente R$ 52 bilhões em ativos financeiros e a suspensão das atividades econômicas das empresas investigadas.
A investigação integra as apurações conduzidas pela Polícia Federal no âmbito da ADPF 635/RJ, relacionada à atuação de organizações criminosas e às conexões desses grupos com agentes públicos no estado do Rio de Janeiro.
A operação contou com apoio técnico da Receita Federal.
O Rio de Janeiro está sem governador oficial desde 23 de março, quando Castro renunciou um dia antes de ser condenado pelo TSE à inelegibilidade. Desde então, o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ricardo Couto, comanda o estado interinamente.
O governo do Rio também está na mira das investigações do caso Banco Master, após aportes de cerca de R$ 1 bilhão feitos pelo Rioprevidência e de mais de R$ 230 milhões pela Cedae. A operação desta sexta-feira, no entanto, não tem relação com esses episódios.
A CBN procurou a defesa de Cláudio Castro e aguarda uma posição.














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