Samyla Isadora Godoy Silva teve o corpo descartado na Lagoa Mundaú em Maceió. — Foto: Arquivo pessoal
Por g1 Alagoas
As investigações sobre o sequestro e a morte de Samyla Isadora Godoy Silva, de 36 anos, indicam que a vítima foi torturada, esquartejada e teve o corpo descartado na Lagoa Mundaú, em Maceió. Até o momento, o corpo não foi localizado.
Dois homens, de 37 e 44 anos, foram presos na quarta-feira (25) e são apontados pela polícia como mandante e executor do crime. Ambos foram autuados por homicídio qualificado e associação criminosa e devem passar por audiência de custódia.
Samyla foi sequestrada no dia 20 de março, no Mercado da Produção, localizado no bairro da Levada. Durante a ação, a vítima conseguiu enviar sua localização em tempo real, o que contribuiu para o avanço das investigações.
De acordo com o delegado Pedro Alves, da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Draco), a principal linha de investigação aponta que o crime foi motivado por vingança.
Segundo depoimento de um dos suspeitos, enquanto ele estava preso, Samyla teria invadido a residência de sua esposa, agredido a mulher e roubado objetos de valor. Após deixar a prisão, ele teria articulado o sequestro e o assassinato com a ajuda de comparsas.
Ainda conforme a polícia, o suspeito também teria participado diretamente da ação, conduzindo o veículo utilizado no sequestro.
A esposa do investigado foi ouvida, mas, até o momento, não é considerada suspeita. As investigações continuam para identificar outros envolvidos, localizar o corpo da vítima e concluir o caso.



















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