
A área a ser preservada prevista pelo Decreto envolve 110 hectares e atinge 12 assentamentos e diversas comunidades de agricultores e agricultoras familiares da região. Segundo Francisco Pascoal Cipriano, presidente do Sindicato dos Trabalhadores e das Trabalhadoras Rurais de Petrolina, não houve nenhum tipo de diálogo, por parte do Governo do Estado, com os moradores. “Os assentados e os agricultores estão há muito tempo na área. São mais de vinte mil pessoas prejudicadas com essa medida. E nós não fomos ouvidos em nenhum momento”, reclama.