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Plenário do STF durante sessão de julgamento — Foto: Gustavo Moreno/STF
Ministros Luiz Fux e Nunes Marques acompanharam o relator do caso, André Mendonça
Por Dimitrius Dantas e Pepita Ortega — Brasília
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta sexta-feira para manter a decisão que determinou a prisão do banqueiro Daniel Vorcaro na semana passada. Os ministros André Mendonça, Luiz Fux e Nunes Marques votaram pela prisão. Ainda falta se posicionar o ministro Gilmar Mendes. O julgamento ocorre até sexta-feira da semana que vem.
Vorcaro é suspeito de liderar uma organização criminosa que contaria até com um “braço armado” para intimidar adversários do grupo, com uso de “coação por meio de sua milícia”. A Segunda Turma da Corte vai decidir se confirma ou derruba a medida.
Em seu voto, no qual foi acompanhado pelos ministros Luiz Fux e Nunes Marques, Mendonça afirmou que a Polícia Federal identificou e comprovou a prática de atos de ameaças concretas. Segundo o ministro, há indícios de que o "braço armado" de Vorcaro, como ele relatou, tinha mais integrantes e que alguns deles ainda não foram presos".
"Portanto, a organização ainda se apresenta como uma perigosa ameaça em estado latente, pois conta com integrantes que ainda estão à solta", disse Mendonça.
Na decisão, o ministro rebateu ponto a ponto os argumentos apresentados pela defesa. De acordo com ele, a manutenção da prisão é necessária porque não há indício de que os crimes dos quais Vorcaro e os outros integrantes do grupo conhecido como 'A Turma' tenham cessado.
"Nesse cenário, não se identifica qualquer indício de que as atividades ilícitas praticadas pela organização criminosa teriam cessado até o momento em que prolatada a decisão ora submetida a referendo. Bem ao contrário, do que já se conseguiu verificar, os elementos informativos apontam na direção oposta, ou seja, na permanência das atividades pelo grupo criminoso", afirmou Mendonça.
O cenário do julgamento























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