Vítimas foram mortas a facadas em uma casa no Bairro Santa Cecília. Crime aconteceu na manhã desta quarta-feira (7).
Por Carol Delgado, Luiza Sudré, g1 Zona da Mata, Ester Vallim, Gabriel Landim, TV Integração — Juiz de Fora
Um homem de 42 anos foi preso após matar o próprio pai, a madrasta, duas irmãs e o sobrinho de 5 anos, na manhã desta quarta-feira (7), no Bairro Santa Cecília, em Juiz de Fora.
Segundo informações da Polícia Militar, as vítimas foram mortas a facadas em um conjunto de casas onde moravam juntas no mesmo terreno, na Rua Rita Monteiro, e encontradas por um parente. São elas:
Pai, de 74 anos, pastor de igreja aposentado, em tratamento contra câncer de próstata;
Madrasta, de 63 anos;
Irmãs, de 44 e 47 anos;
Sobrinho, de 5 anos.
Os nomes das vítimas não serão divulgados, a princípio, a pedido de amigos da família que estavam na Delegacia de Polícia Civil nesta manhã.
Conforme o tenente-coronel da PM Flávio Tafúri à TV Integração, ele esperou uma das irmãs sair do imóvel pela manhã e a atacou. Uma câmera de monitoramento registrou o momento.
"Ele já atacou a primeira, depois atacou a segunda, agrediu, matou a mãe [madrasta], foi no quarto, matou o pai de setenta e quatro anos, subiu até na parte de cima da casa e também efetuou as facadas contra a criança de cinco anos", disse.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e encontrou as três mulheres, um homem e uma criança já sem vida.
Homem foi preso e confessou o crime
O autor do crime foi preso no apartamento onde mora, no Bairro Santa Terezinha, e confessou. Ele limpava roupas de sangue no momento da abordagem.
Ainda de acordo com a PM, familiares contaram que o homem teria apresentado mudanças de humor e enfrentava um transtorno nos últimos meses, no entanto, não há algum tipo de laudo médico que confirme e qual seria.
“Segundo o relato dos irmãos, ele passava por transtornos mentais, com mudanças de humor e episódios de surto psicótico”, acrescentou o tenente-coronel Flávio Tafúri.
Polícia Civil vai investigar caso
Em entrevista ao g1, a delegada Camila Miller, responsável pela investigação do caso, disse que duas pessoas prestaram depoimento, mas que o procedimento ainda não foi entregue formalmente.
“Vamos aguardar a Polícia Militar entregar a ocorrência. Ao final, consigo dar uma informação melhor. A investigação terá prazo de 10 dias para ser concluída".
Por Carol Delgado, Luiza Sudré, g1 Zona da Mata, Ester Vallim, Gabriel Landim, TV Integração — Juiz de Fora
Por Carol Delgado, Luiza Sudré, g1 Zona da Mata, Ester Vallim, Gabriel Landim, TV Integração — Juiz de Fora
Segundo informações da Polícia Militar, as vítimas foram mortas a facadas em um conjunto de casas onde moravam juntas no mesmo terreno, na Rua Rita Monteiro, e encontradas por um parente. São elas:
Pai, de 74 anos, pastor de igreja aposentado, em tratamento contra câncer de próstata;
Madrasta, de 63 anos;
Irmãs, de 44 e 47 anos;
Sobrinho, de 5 anos.
Os nomes das vítimas não serão divulgados, a princípio, a pedido de amigos da família que estavam na Delegacia de Polícia Civil nesta manhã.
Conforme o tenente-coronel da PM Flávio Tafúri à TV Integração, ele esperou uma das irmãs sair do imóvel pela manhã e a atacou. Uma câmera de monitoramento registrou o momento.
"Ele já atacou a primeira, depois atacou a segunda, agrediu, matou a mãe [madrasta], foi no quarto, matou o pai de setenta e quatro anos, subiu até na parte de cima da casa e também efetuou as facadas contra a criança de cinco anos", disse.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e encontrou as três mulheres, um homem e uma criança já sem vida.
Homem foi preso e confessou o crime
O autor do crime foi preso no apartamento onde mora, no Bairro Santa Terezinha, e confessou. Ele limpava roupas de sangue no momento da abordagem.
Ainda de acordo com a PM, familiares contaram que o homem teria apresentado mudanças de humor e enfrentava um transtorno nos últimos meses, no entanto, não há algum tipo de laudo médico que confirme e qual seria.
“Segundo o relato dos irmãos, ele passava por transtornos mentais, com mudanças de humor e episódios de surto psicótico”, acrescentou o tenente-coronel Flávio Tafúri.
Polícia Civil vai investigar caso
Em entrevista ao g1, a delegada Camila Miller, responsável pela investigação do caso, disse que duas pessoas prestaram depoimento, mas que o procedimento ainda não foi entregue formalmente.
“Vamos aguardar a Polícia Militar entregar a ocorrência. Ao final, consigo dar uma informação melhor. A investigação terá prazo de 10 dias para ser concluída".














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