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Arquidiocese de São Luís do Maranhão celebra dois anos de Diáconos permanentes

Diácono Campos presidindo a celebração de casamento do filho, Marcos Campos, na primeira vez em que um Diácono casa um filho, em São Luís (MA).
Diácono Renato Fontoura, presidente da Comissão dos Diáconos Permanentes em São Luís, com a esposa Odete e a filha Carmen

No dia 24/11, segunda-feira, a Arquidiocese de São Luís do Maranhão celebrará dois anos da 1ª turma de Diáconos Permanentes, em 400 anos de história da Igreja. Ordenados em 2012, em uma cerimônia religiosa que reuniu todas as Foranias da Arquidiocese e aproximadamente nove mil pessoas, 31 diáconos, 27 pertencentes da Arquidiocese e quatro da Capelania Militar (Exército, Bombeiros e Polícia Militar), passaram a exercer as funções que durante quatro séculos eram exercidas apenas pelos sacerdotes, aumentando assim, o auxílio pastoral, sacramental e nas obras sociais, oferecidos pela Igreja à população da Arquidiocese de São Luís (MA).

Sendo São Luís uma metrópole, o número de sacerdotes para atender aos fiéis, nos sacramentos e na formação doutrinária e moral, ganhou um reforço valioso com os diáconos permanentes. E, a partir de 2015, esse número se prepara para aumentar, com o início uma segunda turma de diáconos permanentes, já com 40 inscritos. Número que beneficiará mais comunidades na Ilha e na parte continental da Arquidiocese.

“Nós abrimos caminho para outros que também possuíam o desejo de servir a Igreja, no diaconato permanente e isso nos deixa muito feliz”, enfatiza o recém-eleito, presidente da Comissão de Diáconos Permanentes, na Arquidiocese de São Luís do Maranhão, diácono Renato Fontoura, da Paróquia São João Batista de Vinhais, Vinhais velho, capital.

Como a quantidade de sacerdotes ainda é pequena, comparado com a extensão geográfica da cidade, o auxílio dos diáconos permanentes prestam às comunidades, podendo realizar as exéquias, batizados e casamentos, é de extrema importância.

“Quando meu filho faleceu, percebi o quanto ficamos frágeis e como é importante a presença da Igreja. E foi um diácono permanente quem realizou as orações das exéquias pelo meu filho. Senti-me muito confortada pela Igreja e família de Deus!”, lembra dona Vandeci de Jesus, que teve o auxílio de um diácono permanente quando precisou enterrar um filho.

Além de precursores históricos, a turma deixou outros marcos, como a composição da primeira música, no Brasil, que fala sobre a missão do diácono permanente. Composta pelo diácono George Castro e ainda o primeiro encontro realizado com esposas dos diáconos, companheiras e especiais nessa missão tão importante, que precisa ser assumida pelo casal.

Dom José Belisário (com mitra) e a 1ª turma de diáconos permanentes da Arquidiocese de São Luís do Maranhão. Com o microfone, diácono George Castro, autor da primeira música sobre Diáconos Permanentes no Brasil

Onde estão os diáconos permanentes de São Luís

Eles auxiliam em 17 das 54 paróquias da Arquidiocese de São Luís do Maranhão, que representam 17 bairros, na capital e municípios próximos de São Luís, como Bacabeira e São José de Ribamar.

Ao todo, são mais de 85 comunidades menores, que compõem essas respectivas paróquias/bairros, a saber: São Francisco de Assis (bairro São Francisco), São João Batista de Vinhais (Recanto dos Vinhais/Vinhais velho), Nossa Senhora Aparecida da Foz do Rio Anil (bairro do Cohafuma) , Nossa Senhora dos Remédios (Centro de São Luís) , São José e São Pantaleão (Centro), São José do Bonfim (Vila Embratel), Sagrado Coração de Jesus (Bequimão), São Vicente de Paulo (Apeadouro), Nossa Senhora da Conceição (Coroadinho), Santa Terezinha (Filipinho), Nossa Senhora do Perpétuo Socorro ( Cohab-Anil), Paróquia Sant’Ana (bairro Angelim), São Francisco e Santa Clara (Turu), Santo Antônio (Parque Vitória), São Cristovão (bairro São Cristovão), Nossa Senhora da Boa Viagem (São José de Ribamar) e Imaculada Conceição da Bem Aventurada Virgem (Bacabeira.).

Música candidata ao Hino Nacional dos Diáconos Permanentes no Brasil

"Diácono de Jesus" foi composta pelo diácono permanente, George Henrique dos Santos Castro, incardinado na Arquidiocese de São Luís do Maranhão.

A interpretação da música é feita pelo Diáconos George Castro, em conjunto com os diáconos Flávio Rodrigues, da Arquidiocese de São Luís do Maranhão e Diácono William Guimarães, capelania militar. Os arranjos são do maestro, Diácono Celso Bastos, também do ordinário militar.

A letra foi apresentada na Assembléia não eletiva da CND, abril/2013, em Florianópolis (SC), como pleiteante do Hino Nacional dos Diáconos Permanentes do Brasil.

Fonte: Virgínia Diniz - Redes Comunicação

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