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Na Alepe, Antônio Moraes repercute reclamação de caminhoneiros sobre exame toxicológico

Todo motorista que tirar ou renovar a habilitação nas categorias C, D e E precisa fazer o exame

Em discurso na Reunião Plenária da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) desta terça (28), o deputado Antônio Moraes (PSDB) se solidarizou com os caminhoneiros do Estado, que vêm reclamando de uma nova exigência nacional para obter ou para renovar a carteira de habilitação: o exame toxicológico. Segundo o parlamentar, o custo elevado – cerca de R$ 300 – e a dificuldade em encontrar especialistas para a realização do procedimento em algumas regiões têm complicado o cumprimento da regra pelos motoristas.

“Vamos encaminhar pedido ao Ministério das Cidades, que coordena o Departamento Nacional de Trânsito, solicitando a revisão da exigência”, anunciou o parlamentar. “Além do custo, não é em todo lugar que você encontra médico com capacitação para fazer o exame, o que cria uma dificuldade enorme para os profissionais que transportam cargas”, disse, embora reconheça a importância da iniciativa.

Determinado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e válido para todo o território nacional, o teste passou a ser obrigatório em março deste ano para motoristas que querem tirar ou renovar a habilitação nas categorias C, D e E. O exame serve para detectar se o condutor fez uso de alguma droga no período de 90 dias antes da retirada da amostra de sangue.

Alepe

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