sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Fernando Haddad concede entrevista ao Jornal da CBN 2ª edição; veja o que ele disse!


O candidato do PT ao Planalto, Fernando Haddad, concedeu entrevista ao Jornal da CBN 2ª edição nesta quinta-feira e manteve o tom de ataques ao seu concorrente na disputa, Jair Bolsonaro, do PSL. Haddad disse que o deputado ficou 28 anos na Câmara ‘destilando ódio’. Ele ainda citou o caso do capoeirista morto em Salvador, dizendo que Bolsonaro não fez um gesto para a família da vítima, atingido por 12 facadas por um suposto apoiador do candidato do PSL. ‘Não fez uma ligação’, criticou. Haddad diz que o problema do seu rival ‘é que ele não se controla’.

O candidato do PT ainda aumentou o tom das críticas ao assessor econômico da campanha de Jair Bolsonaro, o economista Paulo Guedes, considerado um dos principais mentores do seu oponente. ‘Não quero um banqueiro no Ministério da Fazenda, como o Paulo Guedes. O Paulo Guedes especulou a vida inteira. Não entende de geração de empregos. Ele entende de juros’.

O petista ainda admitiu que tem mantido conversas com o PSDB e, indiretamente, com o ex-presidente Fernando Henrique. Ao ser questionado se, afinal, deseja o apoio de FHC, ele foi lacônico: ‘Isso é um tipo de construção. O bom é a gente ir se aproximando para construir um entendimento do que seria isso’. Haddad também mantém conversas com o ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa, filiado ao PSB: ‘Estive com o Joaquim Barbosa ontem. Ele disse que ficará reservado, mas que quer ajudar o Brasil’.

Haddad defendeu as estatais brasileiras e se colocou contra a ideia de privatizar empresas estratégicas como Petrobras, Correios, Eletrobrás, Embrapa.... Segundo Haddad, não serão privatizadas de forma alguma. Prometeu, se eleito, retomar obras públicas paralisadas, que, segundo ele, já somam mais de duas mil.

Ao ex-presidente Lula e padrinho político, sobraram novos afagos e uma alusão à condenação do petista, atualmente preso em Curitiba: ‘Lula foi o melhor presidente da história do país. Tudo o que nós queremos é um julgamento justo’.

Jornal da CBN 2ª Edição - Entrevista


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