quinta-feira, 7 de junho de 2018

Cidades da RMR recebem fiscalização do Procon/PE para monitorar preços de diesel e gás de cozinha

Foto: Divulgação/SJDH

Em mais um dia de intensas fiscalizações a postos de combustíveis e distribuidoras de gás de cozinha da Região Metropolitana do Recife (RMR), o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico, e fiscais do Procon/PE vistoriaram o preço do óleo diesel em estabelecimentos no Recife (Casa Amarela, Vasco da Gama e Guabiraba), Paulista (Paratibe), Abreu e Lima (Centro e Cruz de Rebouças) e Igarassu (Centro). Já a inspeção a precificação dos botijões foi realizada nos bairros de Joana Bezerra, San Martim e Cordeiro, na capital pernambucana. No total, foram 13 postos e quatro distribuidoras fiscalizadas.

Todos os postos inspecionados já praticavam os novos valores instituídos na Portaria nº 735, de 1º de junho deste ano, do Diário Oficial da União. Na RMR, o produto – que terá o preço congelado pelo prazo de 60 dias - foi encontrado com variações de R$ 3,27 a R$ 3,43. Os representantes dos estabelecimentos tiveram que apresentar as notas fiscais das compras do combustível realizadas antes e depois da paralisação dos caminhoneiros para comprovar a redução. Em alguns postos a informação ainda não estava anexada às bombas.

“Já podemos considerar que a situação do diesel está normalizada em Pernambuco. Independentemente disso, as fiscalizações, ainda com caráter de orientação, continuarão. Passado o período de adequação às novas regras, não serão tolerados abusos contra a população” frisa Eurico.

Nas distribuidoras, os preços dos botijões de gás de 13 quilos se mantém em torno de R$ 60 e R$ 65, seguindo o que vem orientando o Procon/PE. Com relação ao acesso ao produto, o secretário reforça que no prazo de cinco dias a situação deverá estar totalmente regularizada e que é preciso denunciar os preços abusivos ao órgão estadual de defesa do consumidor para que os estabelecimentos sejam vistoriados e punidos. O número é 0800-282-1512.

“Pernambuco abastece uma média de 104 mil botijões por dia em Suape, tendo aumentado em 30% essa produção para atender a população após a greve. Mas é preciso que as pessoas não se desesperem e parem de fazer estoque. Encontramos durante a fiscalização cidadãos na fila com três, quatro botijões. Além do armazenamento do botijão de forma inadequada ser perigoso, essa prática tem reduzido a distribuição para outras pessoas que também precisam ter acesso ao produto” completa o gestor.

Também acompanharam as ações a secretária-executiva de Justiça e Promoção dos Direitos do Consumidor, Mariana Pontual, e o gerente de fiscalizações do Procon/PE, Roberto Campos.

Assessoria de Imprensa SJDH


0 comentários:

Postar um comentário