Publicidade

PF faz operação contra quadrilha de assaltos e explosão de caixas eletrônicos em Pernambuco e Alagoas

Entre o material apreendido estão grampos utilizados para dificultar a perseguição policial.Foto: PF/ Divulgação

A Polícia Federal em Alagoas e Pernambuco realiza nesta quinta-feira a Operação Divisa Sul. O objetivo é desarticular uma quadrilha chefiada por um homem conhecido como “Flávio Galego" e composta por criminosos de alta periculosidade, residentes em Pernambuco e que, nos últimos meses, teriam realizado diversos roubos à mão armada e explosões de caixas eletrônicos nos estados de Pernambuco e Alagoas.

A meta é cumprir oito mandados de busca e apreensão, sendo quatro em Sirinhaém, dois em Ribeirão, um em Amaraji, um em Novo Lino (AL) e ainda oito mandados de prisão preventiva, sendo quatro em Sirinhaém, dois em Ribeirão, um em Amaraji, um em Novo Lino e uma condução coercitiva em Ipojuca, todos expedidos pela Vara de Combate ao Crime Organizado de Alagoas. De acordo com a polícia, os suspeitos têm uma extensa ficha criminal e respondem por crimes de homicídios de policiais.


De acordo com os investigadores da Delegacia de Repressão a Crimes Patrimoniais e tráfico de Armas de Alagoa, a quadrilha teria envolvimento no furto e explosão da agência do Banco do Brasil em Rio Formoso no dia oito de setembro de 2016; no assalto à mão armada na casa do Chefe de Gabinete do Prefeito de Ipojuca em 30 de setembro de 2016; no furto com uso de explosivos da agência do Banco do Brasil de Colônia Leopoldina, em Alagoas, na madrugada de 29 de outubro de 2016; no roubo ao posto de combustível de São Roque na cidade de Serinhaém em 28 de novembro de 2016, quando tentou explodir os caixas eletrônicos no local e em outros crimes de grande repercussão.

O nome da operação faz referência à organização criminosa PCC e conta com a participação de 60 policiais federais dos estados de Alagoas e Pernambuco. Os presos estão sendo conduzidos para a Superintendência do Estado de Alagoas na cidade de Maceió, onde serão interrogados e em seguida encaminhados para estabelecimentos prisionais do estado de Alagoas.

Diário de Pernambuco

Comentários

Publicidade