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General Carlos Alberto Cruz será secretário de Governo de Bolsonaro


O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), anunciou nesta segunda-feira (26/11) mais um nome para o primeiro escalão da equipe ministerial. O general de divisão Carlos Alberto dos Santos Cruz assumirá a Secretaria de Governo. Desde a semana passada o militar estava confirmado no governo, mas a expectativa era de que fosse o titular da Secretaria Nacional de Segurança Pública, segundo anunciou o vereador Carlos Bolsonaro (PSC) em uma rede social, filho do futuro chefe do Executivo federal.

A escolha de Bolsonaro sugere um Palácio do Planalto com mais atribuições militares, diferentemente da organização atual. Hoje, apenas o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), chefiado pelo general Sérgio Etchegoyen, exerce atividades em contato direto com militares. Se mantiver a estrutura em vigência, o general Santos Cruz trabalhará no quarto andar do complexo onde o presidente eleito vai despachar.



Atualmente, a Secretaria de Governo é a responsável pela articulação entre o Executivo federal e o Congresso. O titular da pasta é o ministro-chefe Carlos Marun. A partir de janeiro, esta responsabilidade ficará à cargo da Casa Civil, que será chefiada pelo ministro Extraordinário Onyx Lorenzoni (DEM), coordenador do governo de transição.

O nome de Santos Cruz na Secretaria de Governo sugere que ele terá atribuições voltadas à área de segurança pública. O militar atuou como titular da Secretaria Nacional de Segurança Pública no governo atual, do presidente Michel Temer, entre abril do ano passado e junho deste ano. Na gestão emedebista, atuou no combate à violência no estado do Rio de Janeiro.

A assessoria de Onyx e de Bolsonaro, nem próprio presidente eleito e ministro confirmaram se Santos Cruz terá status de ministro ou quais serão suas atribuições. Pela experiência do general, deverá ficar ligado a questões de segurança. Entre 2007 a 2009, comandou a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti. Entre 2013 a 2015, atuou na missão de paz da ONU na República Democrática do Congo.

Por: Correio Braziliense

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