terça-feira, fevereiro 16, 2021

Paulo Afonso (BA): Cabo do Corpo de Bombeiros sofre infarto em sua residência e morre aos 49 anos

 

NOTA DE PESAR

É com profundo pesar que o 20º BPM comunica o falecimento do Cb PM Luiz Pedro da Silva, de 49 anos, integrante da corporação há 23 anos e lotado na 2ª Cia, na tarde desta terça-feira (16).

O policial militar, que teve um infarto em sua residência e não resistiu, era casado e deixa esposa, dois filhos e um neto.

Os oficiais e praças do 20º BPM manifestam os mais profundos sentimentos de solidariedade à família e amigos do policial militar. (via Ascom/20° BPM).






Blog de Assis Ramalho
Via PA4

Petrolândia: Secretaria de Saúde divulga números atualizados da quantidade de doses recebidas e aplicadas no município; confira


VACINÔMETRO de Petrolândia.

Confira os números atualizados em relação a quantidade de doses recebidas e aplicadas, seguindo o protocolo do plano de vacinação.

Juntos iremos combater a COVID-19, continue se cuidando.

Blog de Assis Ramalho
Informação: Prefeitura de Petrolândia


Lava Jato prendeu Lula, apoiou eleição de Bolsonaro e integrou governo, diz Gilmar Mendes

 


O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, disse nesta segunda-feira (15), em entrevista à BBC News Brasil, que a Operação Lava Jato "apoiou a eleição de Jair Bolsonaro", "tentou interferir" no resultado eleitoral e "agiu para perturbar o país" durante a gestão de Michel Temer.

Perto de liberar para julgamento a ação em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pede a anulação da sua condenação no caso do Tríplex do Guarujá, Gilmar Mendes afirmou também que o ex-juiz federal e ex-ministro da Justiça Sergio Moro "fez tudo o que não condiz" com o que se espera da relação entre juiz e Ministério Público numa investigação criminal.

O julgamento do recurso de Lula teve início em dezembro de 2018 e foi interrompido por um pedido de vista de Mendes. Na época, dois ministros chegaram a votar contra o pedido do ex-presidente: o relator Luiz Edson Fachin e Cármen Lúcia. Segundo Mendes, o caso será liberado para votação neste semestre.

Na ação, a defesa de Lula questiona a imparcialidade de Moro e cita como uma das provas disso o fato de o juiz ter aceitado ser ministro da Justiça do governo Bolsonaro.

Moro foi o primeiro a condenar Lula, em 2017, no processo em que o ex-presidente é acusado de ter recebido a propriedade de um tríplex no Guarujá da empreiteira OAS como parte de propina em troca de contratos da empresa com a Petrobras. Depois a condenação foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

"A Lava Jato tinha candidato e tinha programa no processo eleitoral", disse Mendes à BBC News Brasil.

"Primeiro a Lava Jato atua na prisão do Lula. Prestes à eleição, a Lava Jato divulga o chamado depoimento ou delação do Palocci, tentando influenciar o processo eleitoral. Depois, o Moro vai para o governo Bolsonaro, portanto eles não só apoiaram como depois passam a integrar o governo Bolsonaro", exemplificou o ministro.

Questionado se uma eventual anulação da condenação de Lula não poderia gerar efeito cascata, beneficiando os demais réus da Lava Jato, o ministro do STF disse que cada caso será analisado individualmente.

Ele destacou, porém, que condenações que se basearam na colaboração informal entre procuradores da Lava Jato e autoridades estrangeiras podem ser reavaliadas. E disse haver "indicações de que houve vícios nos acordos de delação premiada e induções de declarações" dos réus na Lava Jato.

Sobre a pandemia de coronavírus, Gilmar Mendes afirmou que, em parte, o elevado número de mortes se deve à ausência de coordenação entre o Executivo Federal e governos estaduais, por causa de "crenças que dominavam o governo federal", como a rejeição de medidas de isolamento social.

Apesar disso, o ministro disse não achar que seria "salutar" para o país abrir processos de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro. Mais de 60 pedidos foram protocolados no Congresso Nacional, mas a decisão sobre abertura cabe ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), aliado de Bolsonaro.

Leia os principais trechos da entrevista:

BBC Brasil - Ministro, vamos começar falando de Lava Jato. Qual a sua opinião sobre o fim da força-tarefa em Curitiba e a ida das investigações para a Gaeco, que é o departamento de combate à corrupção da procuradoria de justiça? É possível dizer que a Lava Jato morreu?

Gilmar Mendes - Não sei. Se nesse sentido se pode dizer que ela morreu. Alguns colegas seus disseram que ela morreu de morte assassinada. Eu digo que, pelos exageros que se vem divulgando, se houve esse tipo de evento, talvez a gente deva dizer que ela cometeu suicídio.

Mas o que aconteceu é que o novo procurador-geral achou por bem fazer uma integração institucional e evitar esse trabalho de grupos autônomos, evitando aquilo que parece ter sido o mal da Lava Jato, o total descolamento da estrutura institucional existente.

BBC News Brasil - Se houve, como o senhor diz, um total descolamento da estrutura vigente, a PGR e o STF, como instituições de resguardo da Constituição, não deveriam ter freado esses avanços de alguma maneira há mais tempo?

Mendes - Eu acho que a PGR talvez não tivesse naquele momento condições. Ela estava no mesmo ritmo da Lava Jato. Você vai se lembrar que a PGR, naqueles anos anteriores, era gerida pelo procurador (Rodrigo) Janot. Aquele que disse que sofria de vários problemas para a direção de toda essa temática, inclusive do vício do alcoolismo. Então, a PGR não me parece que era o órgão adequado.

E o Supremo recebia esses processos na medida em que eles lá chegavam. Normalmente, ações dos réus e pedidos de abertura de inquéritos por parte do PGR. Acredito que, em algum momento, foram sendo colocados limites às chamadas prisões alongadas de Curitiba. Fomos discutindo acordos, o modus operandi. Isso foi se dando no tempo.

BBC News Brasil - Então, o sr. não enxerga falhas do Supremo na condução dos processos da Lava Jato?

Mendes - Não, acho que há falhas sim, há falhas. Inicialmente o relator era o ministro Teori (Zavascki, morto em 2017) e depois ficou responsável o ministro Fachin. Talvez aqui há falhas, talvez até da distribuição dos processos. Saber se tudo deveria ter ido para Curitiba ou se tudo que foi para Curitiba tinha a ver com corrupção na Petrobras.

Muitas discussões em torno desse assunto foram sendo amadurecidas no tempo. Também os acordos eram matéria muito nova. Hoje já aparecem indicações de que houve vícios nos acordos, vícios de vontade, induções de declarações. Isso tudo não era acompanhado diuturnamente pelo tribunal. A supervisão cabia à Procuradoria-Geral, que estava com graves problemas de governança.

BBC News Brasil - O sr. especificamente faria algo diferente olhando para trás nas decisões que tomou com relação à Lava Jato?

Mendes - Não, não vejo porque ter alguma decisão diferente. Fiquei vencido muitas vezes na turma em relação à matéria, por exemplo, das prisões alongadas, no julgamento da turma. A turma decidia manter as prisões… Prisões que muitas vezes resultavam em delações. Acho isso errado. Isso precisa ser discutido. Mas foram as decisões que puderam ser tomadas naquele momento.

BBC News Brasil - O sr. tem em mãos o processo do ex-presidente Lula em que ele pede a anulação da condenação, alegando parcialidade do juiz Sergio Moro. Que fatos relevantes ou graves o senhor observa nesse caso?

Mendes - Há muita discussão sobre uma atividade de promotor do juiz Moro. E a atividade de cooperação entre ele e a força-tarefa, a condução proativa que ele fazia do processo, os limites que ele impunha à defesa. E a defesa está tentando caracterizar tudo isso como elementos de suspeição, a inexistência de um juiz imparcial.

É isso que vamos examinar. Agora surgiram essas mensagens da internet e essa será uma possível discussão. Saber se isso (mensagens vazadas entre procuradores e o juiz Sérgio Moro) pode ser utilizado nesse processo.

Mas o que se vê claramente é uma cooperação bastante grande entre o juiz Sergio Moro e o promotor. Moro, por exemplo, pedindo para ter conhecimento antecipado sobre a denúncia, ou Moro dizendo que uma determinada testemunha deve depor desta ou daquela forma. Ou que eventual apelação à decisão dele deveria ser submetido a ele. Portanto, tudo o que de fato não condiz com a relação entre promotor e juiz.

BBC News Brasil- Em caso de anulação da condenação, qual o efeito disso para os outros processos envolvendo o ex-presidente Lula e outros condenados na Operação Lava Jato?

Mendes - Isso terá efeito sobre esse caso que está no Supremo, que é o caso do Tríplex. Qualquer outro debate ou discussão terá que ser feito em processo próprio. Há muitas discussões sobre esse assunto. Hoje, por exemplo, se fala numa cooperação internacional informal que havia entre os membros da Lava Jato e determinados integrante de instituições na Suíça e nos Estados Unidos, sem o devido processo legal. Saber se, nos casos em que houve condenação, se houve essa cooperação, pode ser relevante para esses casos também.

BBC News Brasil - O sr. já disse algumas vezes considerar que o ex-juiz Sergio Moro comandou a Lava Jato. Se é fixado esse entendimento no julgamento da ação de Lula, não é razoável supor que outros réus possam encarar isso como uma oportunidade para pedir anulações de seus próprios processos, criando uma cadeia de anulações?

Mendes - Acho que cada caso será um caso. E isso terá que ser examinado. Acho que será examinado ao seu tempo e modo para mostrar que havia um juiz não imparcial lá em Curitiba. Isso cada parte terá que suscitar. Houve vários casos de acordos, cooperações, leniências. Há muitas questões envolvidas. Eu prefiro me limitar a fazer análise casuística. Nós estamos a analisar no Supremo o caso do Tríplex. Qualquer conclusão que extrapole terá que ser analisada em outras instâncias ou vir para processos do Supremo.

BBC News Brasil - Agora, para além da discussão dos métodos, existem evidências que mostram a existência de um grande esquema de corrupção na Petrobras com participação de empresários e políticos de peso. No geral, qual o legado que fica da Lava Jato, considerando métodos e resultado?

Mendes - Vamos ter que examinar o que ao fim e ao cabo ficará em termos de resultado. Sem dúvida nenhuma a Lava Jato é uma iniciativa importante num contexto de grave corrupção política. Isso é mérito da Lava Jato e de outras operações de combate à corrupção. Mas a Lava Jato pretendeu se tornar algo mais que isso. Pretendeu se tornar um movimento político, senão até um partido político. Ela pretendeu fazer reformas institucionais.

Você se lembra das chamadas 10 medidas contra a corrupção, onde ela dizia que até mesmo prova ilícita deveria ser reconhecida em determinados casos. Agora, o que se coloca sobre esse material (troca de mensagens entre procuradores e Moro), esse produto do hackeamento é curioso, porque eles (procuradores da Lava Jato) dizem que esses documentos não podem ser utilizados porque resultam de prova ilícita.

Agora, muitas coisas mudaram. Por exemplo, a proibição do financiamento de campanha com doação das empresas. Isso acabou. Isso foi uma decisão do Supremo e hoje a doação se faz pela pessoa física ou financiamento público. Portanto, se formos olhar em termos de legado, não exclusivamente da Lava Jato, é que temos uma melhoria do financiamento do sistema político.

BBC News Brasil - O sr. já disse que o lavajatismo ou a Lava Jato foi a mãe do bolsonarismo. Eu queria entender como foi essa gestação, na sua opinião?

Mendes - Se nós olharmos, a Lava Jato tinha candidato e tinha programa no processo eleitoral. E atuou, inclusive, para perturbar o Brasil em termos institucionais. Veja, por exemplo, no caso da Presidência do presidente Temer, aquela operação ligada à JBS e ao procurador Janot.

Ali notoriamente se tratava de uma iniciativa para derrubar o governo. Era uma ação política em que se dizia que o presidente da República estava tolerando corrupção do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.

Ali se via que era não só uma ação policial, mas uma ação política. Depois a Lava Jato atua na prisão do Lula. Depois, prestes à eleição, divulga o chamado depoimento ou delação do Palocci, tentando influenciar o processo eleitoral, depois o Moro vai para o governo Bolsonaro… Portanto eles não só apoiaram como depois passam a integrar o governo Bolsonaro. Tudo isso indica uma identidade programática entre o movimento e o bolsonarismo.

BBC News Brasil - Cientistas políticos dizem que o bolsonarismo se alimenta do antipetismo. O senhor já fez algumas declarações emblemáticas sobre o PT, como quando disse que o partido instalou a cleptocracia no comando do país e quando barrou posse de Lula como ministro da Casa Civil. O sr. se consideraria um dos pais do sentimento anti-PT?

Gilmar Mendes - Não, de maneira nenhuma. Vocês que acompanham a mídia brasileira sabem que eu tive um papel bastante crítico em relação ao PT. Eu ecoei em relação a vários atos do PT reservas ou manifestei a necessidade de resistência. E também fiz várias críticas a todo esse modelo de financiamento que já aparece no mensalão. Não me parece que haja nada de anormal aqui. Eu venho de uma formação liberal e guardava reservas em relação a isto.

Agora, também sempre reputei, pelo menos no início, que a Operação Lava Jato cumpria um papel de combate à corrupção pontual que se desenhava, mas a partir do momento em que ela se converteu num movimento político e passou a usar o processo-crime para definir eleições, eu passei também a fazer críticas. Como fiz também críticas às prisões alongadas de Curitiba.

Então, se existem críticas ao PT, ele parte dos segmentos os mais diversos, mas o lavajatismo o envolve de maneira particular. O lavajatismo pretende se tornar um tipo de corrente política, portanto, de longe, não é o papel que eu desempenhava.

BBC News Brasil - Mudando de assunto, vamos falar de pandemia. O Brasil alcançou ontem a maior média diária de mortes desde o início da crise. Nós vimos recentemente o caos em Manaus, com a falta de oxigênio. Por outro lado, a vacinação começou. Qual a sua avalição da gestão que o governo federal fez dessa pandemia?

Mendes - Temos que olhar sob uma perspectiva múltipla. Tenho impressão de que na relação entre o governo federal e as unidades federadas, Estados e municípios, isso teve um certo caráter caótico, inclusive com as mensagens que se passavam de que era possível ter um tratamento precoce, e aí vem todas essas questões que se conhece, uso de cloroquina, ivermectina, que eram difundidas pelo governo.

Temos um número muito impressionante de mortos, 200 mil. Isso talvez pudesse ter sido melhor encaminhado, se tivéssemos uma melhor coordenação entre os entes. Não tivemos e isso ocorreu por algumas crenças que dominavam o governo federal. Isso fica evidente.

Mas, de alguma forma, conseguimos coordenar o processo. E o papel do Supremo foi bastante marcante ao definir responsabilidades e dizer que a União não poderia interferir nas ações sanitárias dos Estados e municípios. Acho que isso foi bastante positivo. E agora estamos diante desse segundo dilema que é a da vacinação. Já temos 5 milhões de vacinados, mas faltam materiais. Temos que fabricar mais, importar mais, uma vez que o sistema do SUS de imunização parece ser muito efetivo.

BBC News Brasil - Justamente essa decisão do Supremo tem sido usada pelo presidente Bolsonaro como argumento para dizer que governo federal não poderia ter feito mais pelo Estado do Amazonas e por Manaus, especificamente. Como o sr. responde a essa afirmação?

Mendes - Acho que é um equívoco. O Supremo nunca impediu a União de atuar. O que o Supremo impediu é que a União tumultuasse as políticas que estavam sendo utilizadas. Dando um exemplo: muitas vezes a Presidência baixava decretos dizendo que algumas atividades eram essenciais e não podiam ser restringidas, como atividades de culto, de comércio e lotérica, atividade de prestação de serviços de cabelereiro e barbeiro.

O Supremo disse que, se essa matéria estiver sob a responsabilidade de Estados e municípios, são eles que devem identificar as atividades essenciais. Portanto, fez um tipo de bloqueio das ações do governo que tumultuavam a política do isolamento social.

A questão de Manaus é toda peculiar. Lá chegou a faltar oxigênio e o que se diz é que o governo e a prefeitura teriam avisado ao Ministério da Saúde da gravidade da situação lá e não teria havido a necessária atenção. Há uma investigação do Ministério Público sobre isso e um inquérito envolvendo o ministro (Eduardo) Pazuello, da Saúde.

BBC News Brasil - Qual a sua opinião sobre a indicação da deputada Bia Kicis para o comando da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara? Ela é uma das investigadas no inquérito das fake news do Supremo por supostamente usar o orçamento de sua cota parlamentar para espalhar mensagens a favor de manifestações que pediam o fechamento do STF. O que essa indicação pode significar para a relação do STF com o Congresso?

Mendes - Eu prefiro não responder a essa pergunta porque acho que a Câmara saberá bem encaminhar a temática.

BBC News Brasil - Sobre o caso das "rachadinhas", o sr. suspendeu julgamento no Órgão especial do TJ do RJ sobre a competência para o julgamento do envolvimento do senador Flávio Bolsonaro. Quando o Supremo deve decidir a competência para julgar esse processo?

Mendes - Isso deve acontecer ainda nesse semestre.

BBC News Brasil - Nos últimos meses, Bolsonaro editou quatro decretos que flexibilizam o acesso a armas no Brasil. Qual sua opinião sobre uso de decreto para modificar regras sobre porte de armas?

Mendes - Vamos aguardar. Esse é um tema sobre o qual o Congresso deve se debruçar. Já houve algumas discussões nesse âmbito no Congresso Nacional. Inclusive, suspensões de medidas tomadas pelo Executivo e certamente esses decretos lançados pelo presidente serão submetidos ao Supremo. Algum partido de oposição deve pedir a análise dessa temática.

Da BBC News Brasil em Londres
Via Correio Braziliense

Sesc Floresta inscreve para o 1º Torneio de Futebol Society



O Sesc vai realizar em Floresta o 1º Torneio de Futebol Society. Devido a pandemia as inscrições serão limitadas a apenas oito equipes, não será permitido público e todos os protocolos de segurança serão seguidos.

Para promover momentos de lazer e incentivar a prática de atividades físicas, o Centro Poliesportivo do Sesc em Floresta, no Sertão de Itaparica, vai realizar no dia 27 de fevereiro, a partir das 15h, o 1º Torneio de Futebol Society. As inscrições já estão abertas na Central de Relacionamento com o Cliente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12 e das 13h às 17h.

Para se inscrever é necessário ter a partir de 16 anos de idade. O valor por equipe é de R$150 para trabalhadores do comércio e dependentes e R$ 200 para o público em geral. O time vencedor do torneio levará para casa troféu, medalhas e um crédito de R$ 150 na lanchonete do Sesc. Quem ficar com o segundo lugar também receberá troféu e medalhas.

No período da competição só será permitido o acesso das equipes inscritas ao local. Não haverá público e durante toda a programação serão seguidos protocolos sanitários para garantir o lazer e a segurança devido a pandemia da Covid-19. O torneio será limitado a participação de oito equipes.

Sesc - Fundado em 1947 em Pernambuco, o Serviço Social do Comércio é uma instituição privada mantida pelos empresários do comércio de bens, serviços e turismo. Atuante na Região Metropolitana do Recife, Agreste e Sertão, oferece atividades gratuitas ou a preços populares nas áreas de Educação, Cultura, Lazer, Assistência e Saúde. Atualmente, suas 23 unidades, incluindo os hotéis em Garanhuns e Triunfo, operam respeitando os protocolos de saúde e alinhadas aos órgãos públicos, tendo ações presenciais, virtuais ou híbridas. No campo digital, a instituição oferece o aplicativo Sesc-PE, facilitando acesso às atividades, renovação e habilitação do cartão, entre outras funcionalidades, e disponibiliza a plataforma Sesc Digital (https://cursos.sescpe.com.br/todos). Por ela, é possível conhecer o cronograma de cursos e realizar a inscrição de forma online e segura. Para acompanhar todas as informações sobre o Sesc, acesse www.sescpe.org.br.

Serviço: 1º Torneio de Futebol Society
Data: Dia 27 de fevereiro, a partir das 15h
Local: Sesc Floresta (Projetada Três Marias, S/N)
Inscrição: R$ 150 (Trabalhadores do comércio e dependentes) e R$200 (Público em geral)
(87) 3877-1608/1547

Divulgação/Sesc Floresta 

É SÁBADO! Miss Pernambuco teen, modelo Petrolandense Geovana Souza concorre ao título de miss Brasil Teen 2021 em Curitiba (PR) neste sábado (20)

 


A estudante da Escola EREM Maria Cavalcanti Nunes, Geovana Souza, 17 anos, vai concorrer ao título de mulher mais bonita no Miss Brasil Teen 2021, em Curitiba, capital do Paraná, neste sábado (20/02/2021).A jovem petrolandense levará o nome do nosso município e Estado a nível nacional, quando disputará com 26 candidatas representantes dos Estados Brasileiros.

Vencedora do Concurso Pernambuco Teen 2020, acontecido nos dias 28 e 29/11/2020, nas instalações do Restaurante Via Del Mar, no Hotel Imperial Suítes, em Boa Viagem - Recife, Geovana Souza promete levar a força da expressão da mulher de Petrolândia ao evento em Curitiba.

Miss Brasil Teen é considerado a maior vitrine para a descoberta de novos talentos no País.

Desde já a cidade de Petrolândia está mobilizada na torcida pela jovem modelo!

Geovana Souza, ao lado de sua descobridora Janes Francks, viajam para Curitiva na próxima quarta-feira (17).

Geovana Souza, ao lado de sua descobridora Janes Francks,


(RE) VEJA ABAIXO

Petrolândia: Geovana Souza, eleita Miss Pernambuco Teen 2020, é recebida com carreata pelas ruas e avenidas da cidade



A Miss Pernambuco Teen 2020, eleita no último domingo (29) no Recife, Geovana Souza, chegou na cidade de Petrolândia no início da noite desta terça-feira (1º/12/2020) e foi recepcionada por um grande público, que também participou de uma carreata com a Miss desfilando em carro aberto pelas ruas e avenidas da cidade, sendo ovacionada pelo povo por onde passava.

Muito emocionada, a Miss eleita Geovana Souza agradeceu a calorosa recepção e apoio recebido durante o concurso realizado na capital pernambucana - nas instalações do Restaurante Via Del Mar, no Hotel Imperial Suítes, em Boa Viagem.

Após a carreata, com direito a passagem pela rua em que mora, na quadra 16 de Petrolândia, Geovana
foi recepcionada no Bar e Pizzaria Forno a Lenha, na Orla da cidade. Em meio a abraços, beijos e afagos ela ouviu o emocionante discurso do advogado e empresário Fabiano Oliveira - um dos patrocinadores da Miss Pernambuco Teen 2020.
Com o título, a petrolandense Geovana Souza, de 17 anos, se credenciou ao Miss Brasil Teen 2020, evento que vai acontecer entre os dias 20 e 25 deste mês, em Coritiba, capital do Paraná.

A jovem Geovana Souza, que desde pequena sonhava com as passarelas, é aluna da EREM Maria Cavalcanti Nunes e filha de Rozenilda Silva e Gilvan Rodrigues, residentes da Quadra 16 de Petrolândia.

O desfile em carro aberto foi narrado pela locutora Hialaine Menezes.

Nós que fazemos o Blog de Assis Ramalho e a Web Rádio Petrolândia parabenizamos a jovem modelo Miss Pernambuco Teen 2020, desejando o mesmo sucesso em Coritiba (PR)..

Confira abaixo vídeo e fotos:



Participação de Miss Teen Bahia, Alagoas, entre outras, também deram brilho ao evento em homenagem a petrolandense Geovana Souza, eleita Miss Pernambuco Teen 2020







PETROLÂNDIA É CELEIRO DE MISS - Graças ao talento de Janes Francks, descobridora de modelos em Petrolândia.

Graças ao concurso Miss e Mister Petrolândia, muitas meninas e meninos foram revelados como modelo, e estão fazendo com que Petrolândia seja reconhecida como umas das cidades que mais levam miss e mister para concursos estaduais, dando visibilidade e reconhecimento para os miss e mister locais.

Redação do Blog de Assis Ramalho
Fotos e vídeo: Assis Ramalho/BlogAR

Clique abaixo e veja também


Notícia relacionada>> Petrolandense Geovana Souza vence o Concurso Miss Pernambuco Teen 2020, no Recife - cidade comemora!

Blog de Assis Ramalho

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Jovem é morto a tiros durante festa clandestina em Batalha, no Sertão de Alagoas


Jovem foi morto a tiros na madrugada (Foto: Reprodução / Redes Sociais)

O jovem José Emílio Pereira de Melo Junior, de 21 anos, morreu após ser baleado na madrugada desta terça-feira (16), durante uma festa clandestina que acontecia na Fazenda Boa Vista, também conhecida como fazenda do Coronel Amaral, na zona rural de Batalha, município situado no Médio Sertão de Alagoas.

De acordo com informações iniciais apuradas pela Polícia Militar, o episódio aconteceu próximo da 1h. Uma guarnição da PM recebeu a informação de um corpo que havia dado entrada no hospital local, já em óbito. A informação indicava que o rapaz estava na festa, quando foi alvejado por dois tiros.


Um dos disparos atingiu o braço e o outro as costas da vítima, que mesmo socorrida não resistiu. Ainda segundo levantamento da PM, o autor dos disparos teria sido identificado como um menor de 16 anos, que fugiu após o atentado. O crime deverá ser investigado pela Delegacia Regional de Polícia (DRP) de Batalha.

Por Lucas Malta / Da Redação-Alagoas na Net

Boletim desta segunda-feira (16/02/2021): Pernambuco registra 1.582 novos casos e 34 por Covid-19 nas últimas 24h

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, nesta terça-feira (16), 1.582 casos da Covid-19. Entre os confirmados, 62 (4%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 1.520 (96%) são leves. Agora, Pernambuco totaliza 282.913 casos confirmados da doença, sendo 31.858 graves e 251.055 leves.

Também foram confirmados 34 óbitos, ocorridos entre 26 de outubro de 2020 e essa terça-feira (15). Com isso, o estado totaliza 10.711 mortes pela Covid-19. Os detalhes epidemiológicos serão repassados ao longo do dia pela Secretaria Estadual de Saúde.

Por Folha de Pernambuco

Campanha da Fraternidade 2021 critica 'negação da ciência' na pandemia e 'cultura de violência' contra mulheres, negros, indígenas e LGBTIQ+

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lança oficialmente nesta quarta-feira (17) a Campanha da Fraternidade de 2021, com o tema "Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor". No texto-base que detalha a iniciativa, a CNBB faz críticas relacionadas aos seguintes temas:

'Negação da ciência' durante a pandemia de Covid-19;
Atuação do governo federal no combate ao coronavírus;
Igrejas que não respeitaram o distanciamento social;
A "cultura de violência" contra mulheres, negros, indígenas e pessoas LGBTIQ+.

A campanha da fraternidade é tradicionalmente realizada pela Igreja Católica em parceria com instituições cristãs desde a década de 1960. O texto-base é escrito por membros do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) e passa pelo aval da direção-geral da CNBB.

“A CFE 2021 quer convidar os cristãos e pessoas de boa vontade a pensarem, avaliarem e identificarem caminhos para a superação das polarizações e das violências que marcam o mundo atual”, afirmou a CNBB em nota.

A confederação representa os bispos do país, e funciona como uma espécie de entidade de classe. A adesão à campanha não é obrigatória e depende de cada diocese.

O lançamento do tema ocorre sempre na quarta-feira de cinzas, quando tem início a Quaresma, período de 40 dias que antecede a Páscoa. O assunto é difundido nas celebrações e programações da comunidade religiosa.

O que diz a campanha sobre as minorias

O texto da Campanha da Fraternidade de 2021 cita dados do Atlas da Violência 2020. Segundo a publicação, em 2018 "420 pessoas LGBTQI+ foram assassinadas, destas 164 eram pessoas trans".

"Estes homicídios são efeitos do discurso de ódio, do fundamentalismo religioso, de vozes contra o reconhecimento dos direitos das populações LGBTQI+ e de outros grupos perseguidos e vulneráveis", diz texto da Campanha da Fraternidade.

O documento contextualiza parte da história da relação entre a religião e a sociedade, fazendo um paralelo com o cenário atual. O texto cita que, no Império Romano, "como estratégia militar e de conquista para manter a falsa paz, utilizavam, por vezes, a religião como instrumento de manutenção da hierarquia social". Em seguida, cita que "esse sistema de segregação e descarte de pessoas consideradas empecilhos e inúteis permanece ainda hoje".

O material aponta ainda que a juventude negra, mulheres, povos tradicionais, imigrantes, grupos LGBTQI+, "por causa de preconceito e intolerância, são classificados como não cidadãos e, portanto, inimigos do sistema".

"Jesus questionou essas estruturas de poder e desigualdade. As pessoas não poderiam ser descartadas e sofrer as consequências para a manutenção de um poder segregador", diz o documento.

A Campanha da Fraternidade ainda recomenda que a população cobre das autoridades respostas sobre casos de violência contra vulneráveis que têm responsáveis impunes. Entre eles, cita o desaparecimento de Davi Fiuza, de 16 anos, após uma abordagem policial, em Salvador (BA), em 2014.

A vereadora Marielle Franco executada em 2018 no Rio de Janeiro, e o líder indígena Paulo Paulino, assassinado no Maranhão, também são lembrados. "Provavelmente em sua região existem casos similares. Procure identificá-los", orienta o texto.


Igrejas e pandemia

O texto-base cita que "o governo brasileiro não adota políticas efetivas no combate à Covid-19”, e que a pandemia "dilacerou famílias e deixou espaços vazios na cultura nacional". Diz ainda que "algumas igrejas reivindicaram o direito de permanecerem abertas, realizando suas celebrações, apesar das aglomerações causarem contaminações e mortes".

"Surgiu a discussão sobre o que seria essencial no papel desempenhado pelas igrejas: o templo aberto e as celebrações numerosas ou o serviço ao próximo e à próxima?", questiona o documento.

O negacionismo também é alvo de reprovação no documento. Em um trecho, as autoridades religiosas afirmam que "teorias conspiratórias de que a Covid-19 fora desenvolvida em laboratório, na China, contribuíram para fomentar a luta geopolítica, bem como a xenofobia".

“Discursos negacionistas sobre a realidade e fatalidade da Covid-19 são recorrentes, assim como a negação da ciência e do papel de organismos multilaterais como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização Mundial da Saúde (OMS)”.

Reação

Após a divulgação do texto-base, o posicionamento da CNBB e do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) foi criticado nas redes sociais por parte de alguns internautas. Movimentos defendem que fiéis não façam doações para a campanha, que também tem como objetivo arrecadar recursos para melhorias nas igrejas e projetos sociais.

Parte do público que não apoia o tema afirma que o documento foi escrito por apenas uma pessoa. Em nota, o Conic afirmou que a redação "foi resultado de um processo coletivo de construção, que iniciou no final de 2019" e que "teve participação direta de pessoas de diferentes áreas do conhecimento, em especial, sociologia, ciência política e teologia".

Após o caso, a Aliança de Batistas do Brasil divulgou uma nota de solidariedade às instituições e apoio à campanha, classificando os ataques como "demoníacos".

"Nos causa espanto e temor, que precisemos defender de pessoas ditas cristãs aquilo que há de mais belo e cristão nessa nossa CFE-2021: a compreensão de que o Evangelho nos obriga a amar ao próximo como a si mesmo", diz a aliança.

Por Carolina Cruz, G1 DF

Auxílio emergencial: Governo irá fazer lista de quem tem direito ao benefício


O governo fará uma seleção prévia no cadastro das pessoas que receberam o auxílio emergencial em 2020 antes de autorizar a Caixa Econômica Federal a começar o depósito da nova rodada de pagamento, que deve iniciar em março.

Segundo fontes a par do assunto, diferentemente do ano passado, quando os trabalhadores se cadastraram e fizeram uma autodeclaração de que se enquadravam nos critérios de renda, desta vez o Ministério da Cidadania já tem um banco de dados pronto.

É com base nesse banco de dados que o governo irá fazer uma lista de quem tem direito ao benefício. Dessa vez, os técnicos trabalham para que os valores sejam pagos automaticamente, sem a necessidade de cadastro dos beneficiários.

Os critérios de renda para concessão do benefício devem ser os mesmos do ano passado. Ainda não está decidido, porém, se mães solteiras receberão o auxílio em dobro, como foi no ano passado.

Quem recebe salário do setor público — considerando União, estados e municípios — pensão, aposentadoria, benefício assistencial, seguro desemprego e tem vínculo empregatício ativo não receberá o auxílio emergencial. Os dados do cadastro também passaram por uma trilha de investigação com a ajuda da Receita Federal e órgãos de controle, para aferir os critérios de renda.

Com esse pente fino, o universo de quase 68 milhões que receberam o auxílio emergencial em 2020 deverá ser reduzido para pouco mais de 40 milhões. Desse total, 14 milhões estão inscritos no Bolsa Família. Os outros beneficiários são trabalhadores informais e pessoas vulneráveis fora do Bolsa Família, segundo técnicos do Ministério da Cidadania.

No ano passado, beneficiários do Bolsa Família foram transferidos automaticamente para o auxílio emergencial. O mesmo deve acontecer neste ano, caso o valor do auxílio seja maior que o benefício do Bolsa Família para esse beneficiário. Será uma análise automática, feita caso a caso.

A equipe econômica trabalha para que o gasto total do governo com o benefício, neste ano, não ultrapasse R$ 50 bilhões no ano, considerando quatro parcelas de R$ 250. No ano passado, o programa começou com R$ 600 (por três meses) e encerrou pagando R$ 300 (por quatro meses). A equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, não quer repetir o valor de R$ 300.

Por: Extra-RJ

Petrolândia: Nota de esclarecimento da secretaria de saúde


A secretária de saúde Patrícia Jaques, visita o HOMUPE para conversar com a diretora administrativa Joane Barboza, sobre os relatos da vereadora Adelina realizada no último sábado a noite.

O fato relatado no vídeo pela vereadora não condiz com a realidade atual, pois a unidade hospitalar no momento do atendimento contava com 2 médicos plantonistas, disponíveis para atender a população.

O paciente relatado no vídeo foi atendido, medicado, observado e depois encaminhado a um centro de referência especializado, fazendo valer o processo de triagem e atendimento adequado do Hospital Municipal de Petrolândia.

Secretaria de Saúde, compromisso com a vida.

Assista ao vídeo




Blog de Assis Ramalho
Informação e vídeo: Secretaria de Saúde de Petrolândia

Irmão é preso suspeito de assassinar irmã no Piauí; advogada foi morta a facadas


O homem identificado como João Paulo Mourão, irmão da advogada Izadora Santos Mourão, assassinada a facadas no sábado (13), foi preso nesta segunda-feira (15) suspeito de ser o autor do crime.

De acordo com o delegado Francisco Baretta, coordenador do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foram encontradas, no quarto do suspeito, roupas sujas de sangue e a faca que teria sido utilizada para assassinar a advogada. A advogada morava com o irmão e a mãe, em Pedro II (PI).

A princípio, os policiais trabalhavam com a suspeita de que uma vendedora de roupas teria entrado na casa da advogada e cometido o crime. Segundo o delegado, a história teria sido inventada para atrapalhar a investigação.