quarta-feira, 6 de setembro de 2017

CICB faz balanço da participação brasileira na ACLE, feira do couro realizada na China



A All China Leather Exhibition (ACLE) é tradicionalmente um ponto importante de relacionamento entre os curtumes brasileiros e seus clientes do território chinês. Na edição deste ano do evento, encerrada na última sexta-feira (1), em Xangai, não foi diferente: os três dias de feira foram uma plataforma para o início de negócios, avaliação de mercado, andamento de tratativas prévias e reforço da imagem do couro do Brasil na China. A participação de 18 grupos empresariais brasileiros teve o apoio do projeto Brazilian Leather – uma iniciativa do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para a expansão do couro do Brasil no mercado internacional.

Gerente comercial do curtume Coming, Rafael Mariño destaca que esta edição do evento ocorreu em um momento de ajuste do mercado, em que tanto compradores como vendedores puderam observar tendências da indústria. Para Emerson Fuga, diretor do curtume Luiz Fuga, além de negócios e da avaliação do panorama mundial do setor de couros, a ACLE é uma feira que reitera a presença do Brasil no cenário internacional. “Ela reforça a imagem do couro brasileiro, principalmente o acabado, e estabelece uma visão de longo prazo da indústria do país”, destaca o empresário.
Gilmar Harth, diretor do Grupo Bom Retiro, considerou a feira positiva, consolidando a relação com clientes e dando início a uma estabilização de mercado. Para Adriano Busa, da Indústria de Peles Pampa, preços e demanda deram a tônica desta edição da ACLE; para ele, um equilíbrio nesta relação deve ocorrer em breve. Gabriel Doria, do curtume Gobba Leather, frisa que houve negócios pontuais, e que, com uma possível consolidação no valor do couro, há a tendência de desenvolvimento do mercado.

Eduardo Fuga, diretor da empresa Fuga Couros, avalia que uma feira como a ACLE oportuniza o encontro com vários clientes ao mesmo tempo. “Isso nos dá agilidade nos contatos com um grupo maior de clientes em menos tempo do que se tivéssemos que visitá-los um a um”, destaca.

Imprensa CICB


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