Por padre Luciano da diocese de Floresta
Jornal TODOS POR ITAPARICA é lançado sob a coordenação dos distritos, e associaçôes e igrejas, tendo a coordenação de Helio da AUPUIP e padre Luciano da diocese de Floresta
TODOS POR ITAPARICA lançado e apresentado no dia 28 de julho sob a coordenação dos distritos , e associaçoes e igrejas, tendo a coordenação de Helio da AUPUIP e padre Luciano da diocese de Floresta estamos apresentando o projeto, tivemos a primeira etapa de pesquisa, visando reunir questões sobre práticas cotidianas e de interesse desses agricultores reassentados de itaparica , como A sociedade brasileira . Tais questões serviram de pautas para a elaboração do jornal. agricultura , irrigação , retrofit luta do povo reinvidicação politica social e economica , testemunhos da luta
A sondagem possibilitou definirmos os gêneros discursivos que seriam trabalhados e sua finalidade no jornal.
A turma foi dividida responsáveis pela elaboração de matérias (nos diversos gêneros selecionados) e pela produção do jornal. sob responsabilidade dos distritos e associaações e igrejas
Ao escreverem coletivamente, sobre a atividade, discutiram pontos que poderiam ser melhorados, tiraram dúvidas e pesquisaram sobre regras de uso da norma culta.
A produção incluiu editoriais, notícias, charges, comentários etc. Nessa linha, o jornal proposto seguiu um modelo convencional, mas com atualizações, já que foi elaborado para uso local, abordando questões de interesse da turma e referentes ao bairro, à escola e à comunidade.
Depois de selecionadas as pautas para as produções das matérias, haverá o estudo sobre as características de cada gênero e atividades voltadas para uma leitura crítica das produções da imprensa, principalmente em temas relacionados ao universo dos agricultores e à realidade das comunidades.
Como os temas eram de seu interesse, os alunos se motivaram a escrever. Foram produzidas, por exemplo, matérias sobre o projeto de futsal da escola e o uso obrigatório da calça preta como parte do uniforme escolar.
Habituados a sentarem em filas e a interagirem apenas com o professor, os alunos ficaram um pouco confusos quando da formação dos grupos de trabalho.
Também tiveram dificuldades para expressar pontos de vista e entender que a produção em equipe demandava a participação de todos, cada um com suas capacidades e habilidades.
Tais questões serão trabalhadas e, depois de algumas formas , as atividades começaram a se desenvolver melhor.
Nas primeros lançamentos se manusearam jornais de circulação nacional, estadual e local, obtidos em doação dos proprios . O contato com textos autênticos tornou o trabalho mais real e próximo das práticas sociais.
Matérias jornalísticas, manchetes e imagens serão analisadas e comparadas para que a veraciadde dos dos fatos compreendessem o perfil editorial de cada publicação. Surgiu, então, a seguinte questão: Qual deveria ser linha do jornal a luta dos reassentados de itaparica?
Chegamos à conclusão de que o jornal trará informações relevantes sobre a a luta e a comunidade , ajudando na divulgação de projetos, atividades e ações e dando voz as organizações em assuntos da vida dos reassentamentos ,
Busca-se também uma identidade e uma linha editorial para jornal. O objetivo era garantir, por exemplo, que a edição não seja a soma de textos soltos e de qualquer tipo, ainda que bem escritos.
Nesse sentido, a linha editorial definida para o jornal teve como princípio fazer com que as informações divulgadas tivessem função social, ultrapassando os limites de um trabalho escolar.
Etapa 3 – Avaliar:
Por sua natureza prática e sua função social, o jornal escolar se revelou um recurso pedagógico viável para o trabalho com a língua portuguesa, principalmente na modalidade escrita.
Ele se mostrou também um instrumento capaz de mobilizar os alunos em torno de questões relacionadas à sua vida e ao cotidiano da comunidade, despertando interesse pela escrita como forma de participação social e autoria.
O desenvolvimento do jornal, que tem como objetivo informar os leitores sobre assuntos de itaaprica e da comunidade dos reassentados contribuiu para a formação crítica e cidadã
Para aprendizagem significativa que e do espaço de luta social , tornando as atividades mais dinâmicas, participativas e relevantes. o projeto de letramento com jornal escolar possibilitou que eles compreendam o seu papel como protagonistas do processo de da luta e justiça social e a importância da leitura e da escrita nas ações da vida social. Essa ideai surgiu a parti de uma percepção do presidente do distrito do Brígida DR Rodrigo E, e assumido por todos como canal de comunicação entre os autores da luta agradecemos a todos que nos apoiam.TODOS POR ITAPARICA.
Por Padre Luciano Aguiar (Diocese de Floresta)
A sondagem possibilitou definirmos os gêneros discursivos que seriam trabalhados e sua finalidade no jornal.
A turma foi dividida responsáveis pela elaboração de matérias (nos diversos gêneros selecionados) e pela produção do jornal. sob responsabilidade dos distritos e associaações e igrejas
Ao escreverem coletivamente, sobre a atividade, discutiram pontos que poderiam ser melhorados, tiraram dúvidas e pesquisaram sobre regras de uso da norma culta.
A produção incluiu editoriais, notícias, charges, comentários etc. Nessa linha, o jornal proposto seguiu um modelo convencional, mas com atualizações, já que foi elaborado para uso local, abordando questões de interesse da turma e referentes ao bairro, à escola e à comunidade.
Depois de selecionadas as pautas para as produções das matérias, haverá o estudo sobre as características de cada gênero e atividades voltadas para uma leitura crítica das produções da imprensa, principalmente em temas relacionados ao universo dos agricultores e à realidade das comunidades.
Como os temas eram de seu interesse, os alunos se motivaram a escrever. Foram produzidas, por exemplo, matérias sobre o projeto de futsal da escola e o uso obrigatório da calça preta como parte do uniforme escolar.
Habituados a sentarem em filas e a interagirem apenas com o professor, os alunos ficaram um pouco confusos quando da formação dos grupos de trabalho.
Também tiveram dificuldades para expressar pontos de vista e entender que a produção em equipe demandava a participação de todos, cada um com suas capacidades e habilidades.
Tais questões serão trabalhadas e, depois de algumas formas , as atividades começaram a se desenvolver melhor.
Nas primeros lançamentos se manusearam jornais de circulação nacional, estadual e local, obtidos em doação dos proprios . O contato com textos autênticos tornou o trabalho mais real e próximo das práticas sociais.
Matérias jornalísticas, manchetes e imagens serão analisadas e comparadas para que a veraciadde dos dos fatos compreendessem o perfil editorial de cada publicação. Surgiu, então, a seguinte questão: Qual deveria ser linha do jornal a luta dos reassentados de itaparica?
Chegamos à conclusão de que o jornal trará informações relevantes sobre a a luta e a comunidade , ajudando na divulgação de projetos, atividades e ações e dando voz as organizações em assuntos da vida dos reassentamentos ,
Busca-se também uma identidade e uma linha editorial para jornal. O objetivo era garantir, por exemplo, que a edição não seja a soma de textos soltos e de qualquer tipo, ainda que bem escritos.
Nesse sentido, a linha editorial definida para o jornal teve como princípio fazer com que as informações divulgadas tivessem função social, ultrapassando os limites de um trabalho escolar.
Etapa 3 – Avaliar:
Por sua natureza prática e sua função social, o jornal escolar se revelou um recurso pedagógico viável para o trabalho com a língua portuguesa, principalmente na modalidade escrita.
Ele se mostrou também um instrumento capaz de mobilizar os alunos em torno de questões relacionadas à sua vida e ao cotidiano da comunidade, despertando interesse pela escrita como forma de participação social e autoria.
O desenvolvimento do jornal, que tem como objetivo informar os leitores sobre assuntos de itaaprica e da comunidade dos reassentados contribuiu para a formação crítica e cidadã
Para aprendizagem significativa que e do espaço de luta social , tornando as atividades mais dinâmicas, participativas e relevantes. o projeto de letramento com jornal escolar possibilitou que eles compreendam o seu papel como protagonistas do processo de da luta e justiça social e a importância da leitura e da escrita nas ações da vida social. Essa ideai surgiu a parti de uma percepção do presidente do distrito do Brígida DR Rodrigo E, e assumido por todos como canal de comunicação entre os autores da luta agradecemos a todos que nos apoiam.TODOS POR ITAPARICA.
Por Padre Luciano Aguiar (Diocese de Floresta)














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