21 março 2026

Com lojas no centro de Petrolândia e no Bairro Nova Esperança, Aurinézio Construções oferece grande variedade de produtos para sua reforma ou construção

Aurinézio Construções, loja filial - centro da cidade (87) 9. 9825-5438


Empresário Aurinézio Ferreira ( Aurinézio Construções)


A Aurinézio Construções está perto de seus clientes com lojas na Rua Dom Pedro II, onde funcionava o Cartório de Notas, no centro da cidade, e no Bairro Nova Esperança, perto da oficina de Manoel Brinquinho.

Para ajudar você a construir ou reformar, a Aurinézio Construções oferece grande linha de produtos de construção, para atender todas as etapas de sua obra, para o seu projeto sair do alicerce e chegar ao acabamento.

Cimento, massas, tintas, material elétrico e hidrossanitário, isso tudo e muito mais do que você precisa, está à venda na loja Aurinézio Construções mais próxima de sua obra.

Com bom atendimento e ótimas condições de pagamento a Aurinézio Construções está pronta para atender você e orientar as suas dúvidas sobre os melhores produtos. Visite a Aurinézio Construções e tire seu projeto do papel.

As lojas Aurinézio Construções são abertas aos domingos e feriados até o meio dia

Contatos:

Aurinézio Construções, loja matriz - Bairro Nova Esperança (87) 9.9660-8826

Aurinézio Construções, loja filial - centro da cidade (87) 9. 9825-5438

‘Irmão, é tiro de .40’; ‘vou tomar banho’: as frases do tenente-coronel após a morte da esposa. Relatos de agentes e imagens da ocorrência mostram insistência em alterar a cena.


Imagem de câmera corporal mostra o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto no corredor do prédio enquanto policiais atendem à ocorrência no apartamento onde sua companheira foi encontrada baleada — Foto: Reprodução/Polícia Civil

Relatos de agentes e imagens da ocorrência mostram insistência em alterar a cena, pedido para tomar banho e frieza diante do estado grave da soldado baleada na cabeça 

Do Jornal O Globo

Discussões com oficiais, insistência em tomar banho e frieza mesmo diante da possibilidade de sobrevivência da esposa. Essa era a postura do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto durante a tentativa de socorro de sua mulher, a soldado da PM Gisele Alves Santana, baleada na cabeça e morta a manhã de 18 de fevereiro, mostra um inquérito da Polícia Civil obtido pelo GLOBO.

Neto afirma que o caso se tratou de suicídio, mas investigações levaram o oficial a ser indiciado tanto pela Corregedoria da PM quanto pela Polícia Civil por feminicídio e fraude processual. Ele está preso na penitenciária Romão Gomes, em São Paulo.

As suspeitas vieram desde relatos de um comportamento abusivo do oficial contra sua parceira, quanto de mensagens que mostram que o tenente-coronel se considerava um “macho alfa” e que cobrava uma postura subserviente da mulher.

De acordo com a perícia técnica realizada na cena, as falas do tenente-coronel no dia do crime revelam um comportamento que as autoridades descrevem como “atípico” e “gélido”.

No dia do crime, Neto convidou um amigo, o desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, para ir ao local. A iniciativa, segundo agentes que estavam na residência, criou um “entorno de autoridade” que inibiu a atuação de policiais de patentes inferiores, dificultando que impedissem o oficial de alterar a cena ou tomar banho.

Quando o desembargador chegou ao endereço, Neto apressou-se em validar sua versão de que o casal vivia separado dentro da mesma casa.

— Excelência, vem aqui, por favor. Esse é o quarto em que eu estava dormindo — afirmou, conduzindo uma espécie de “tour” pela cena enquanto a esposa era socorrida.

Durante esse percurso, de acordo com documentos da investigação, o oficial se irritou com agentes ao notar mudanças na disposição do quarto.

— Isso aqui não estava assim. Quem foi que fez isso? — perguntou.

Ao ser confrontado por um cabo da Polícia Civil sobre o fato de que toda a ocorrência estava sendo gravada por câmeras corporais, Neto foi incisivo:

— Então deixa eu falar uma coisa para você. Eu sei o que estou falando… isso aqui não estava assim, não fui eu que fiz.

Na sequência, o oficial insistiu em tomar banho, ignorando os alertas de que isso poderia destruir provas periciais, como resíduos de pólvora nas mãos.

— Irmão, eu tenho 34 anos de serviço. Eu sei o que estou falando. Eu vou tomar banho, irmão!

A subordinados, justificou:

— Vou tomar banho porque vou passar muito tempo na Polícia Judiciária.

Quando recebeu atualizações sobre o estado de saúde de Gisele, que ainda apresentava sinais vitais — “Ela foi socorrida, estava com pulso, ainda estava respirando”, segundo um policial — a resposta de Neto foi técnica:

— Irmão, tiro na cabeça. Eu sou instrutor de tiro. Tiro na cabeça, de ponto quarenta. Você sabe disso.

Segundo relatos, ele fez um gesto negativo com a cabeça ao dizer a frase.

Uma inspetora que acompanhava a ocorrência afirmou que, embora Neto emitisse sons de choro, “não caía nenhuma lágrima de seus olhos”.

Ao ser informado por um médico de que a situação da esposa era gravíssima, o oficial limitou-se a dizer:

— Socorre ela, por favor.

Minutos depois, ao ser questionado sobre o que sentia, voltou a falar de si:

— Estou péssimo. Estou passando mal… estou com o braço adormecido e falta de ar.

Para justificar por que não teria impedido o disparo, o tenente-coronel argumentou que confundiu o barulho da arma com uma discussão doméstica.

— Fazia o quê… um minuto que eu estava embaixo do chuveiro e escutei o barulho. Parecia até que fosse ela batendo na porta, porque foi uma batida forte.

Ao sair do banho e encontrar a companheira caída, ele afirmou ter mantido distância por “conhecimento técnico” sobre o dano causado por um disparo de calibre .40.

Essa versão, no entanto, foi contestada pela perícia, que encontrou manchas de sangue por gotejamento na bermuda usada por Neto — indício de que ele teria permanecido parado ao lado da vítima enquanto ela sangrava, e não trancado em outro banheiro, como afirmou.

Tiro por trás

Petrolândia: Cardápio de César da Feijoada deste sábado (21) também tem como opção bacalhau e postas de tilápia frita; faça o seu pedido

 

Além da tradicional e famosa feijoada, o cardápio de César da Feijoada deste sábado (21) tem como opção bacalhau e postas de tilápia frita. Faça seu pedido pelo (87) 9.9995-6667.

Os pedidos também podem ser feitos através do site. https://delivery.pedeligero.com/CESARFEIJOADA

Endereço: Rua Francisco Soares dos Santos, 191, Quadra 03, Petrolândia - PE, próximo à Orla Fluvial.

Blog de Assis Ramalho
Informação: César da Feijoada

Petrolândia: Confira o cardápio completo de César da Feijoada neste sábado (21) [Hoje também tem bacalhau e postas de tilápia frita

 


Confira o cardápio completo de César da Feijoada neste sábado (21/03/2026) e faça seu pedido pelo (87) 9.9995-6667. Endereço: Rua Francisco Soares dos Santos, 191, Quadra 03, Petrolândia - PE, próximo à Orla Fluvial.

Hoje, excepcionalmente, também tem como opção  bacalhau e postas de tilápia frita

Os pedidos também podem ser feitos através do site. https://delivery.pedeligero.com/CESARFEIJOADA

Advogada brasileira morre afogada em praia no México durante viagem com amigos

A advogada Gabriela Cardozo, de 31 anos, morreu afogada durante viagem ao México — Foto: Reprodução/ Redes Sociais

"Muito estudiosa e dedicada, elogiada pelos professores". A advogada Gabriela Cardozo, de 31 anos, que morreu afogada na praia Rosedal, no México, na quarta-feira (18), foi descrita por amigos como alguém com muitos planos e um futuro brilhante.

A brasileira estava no país com um grupo de amigos para aproveitar o Spring Break, período de recesso de primavera nos Estados Unidos. No dia do acidente, ela chegou a publicar nas redes sociais registros da viagem.

Advogada natural do Espírito Santo, Gabriela Cardozo, de 31 anos, morreu afogada durante viagem ao México — Foto: Reprodução

Gabriela se formou na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Ainda na graduação, conquistou o segundo lugar no ICC International Commercial Mediation Competition, um concurso voltado às áreas de Direito e Administração, que reuniu equipes de 67 universidades e 40 países.

Nos anos seguintes, atuou na área de consultoria empresarial e investimentos, em São Paulo. Atualmente, morava em Nova York, onde cursava MBA na Columbia Business School.

Advogada natural do Espírito Santo, Gabriela Cardozo, de 31 anos, morreu afogada durante viagem ao México — Foto: Reprodução/Rede Social

Sobre o afogamento

Gabriela chegou ao México no domingo (15), e o retorno aos Estados Unidos estava previsto para este sábado (21). O caso aconteceu na praia Rosedal, no município de Santa María Colotepec, próximo a Puerto Escondido.

Segundo relatos de pessoas que estavam com a capixaba, ela entrou no mar e, pouco depois, apresentou dificuldades para sair da água. Guarda-vidas tentaram fazer o resgate, mas ela já foi retirada do mar sem vida.

Autoridades locais foram acionadas e realizaram os procedimentos legais. No Brasil, familiares já iniciaram os trâmites para a repatriação do corpo, mas ainda não há prazo para a chegada.

Por Ana Elisa Bassi, g1 ES