
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante 4ª Reunião de Alto Nível do Fórum em Defesa da Democracia • 18/04/2026 - Ricardo Stuckert/PR
Duda Cambraia, da CNN Brasil, Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retoma a agenda no país nesta semana após cumprir compromissos na Europa, com passagens por Espanha, Alemanha e Portugal. De volta ao Brasil, Lula volta a cumprir compromissos domésticos em meio ao impasse com os Estados Unidos.
Na segunda-feira (20), o Gabinete de Assuntos do Hemisfério Ocidental do governo dos EUA divulgou uma mensagem nas redes sociais dizendo ter pedido que o delegado da PF (Polícia Federal) Marcelo Ivo deixasse o país após ter feito o monitoramento que levou à prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem no país.
A mensagem diz que “nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar pedidos formais de extradição e estender perseguições políticas ao território dos Estados Unidos. Hoje, pedimos que o funcionário brasileiro envolvido deixe o nosso país por tentar fazer isso”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) retoma a agenda no país nesta semana após cumprir compromissos na Europa, com passagens por Espanha, Alemanha e Portugal. De volta ao Brasil, Lula volta a cumprir compromissos domésticos em meio ao impasse com os Estados Unidos.
Na segunda-feira (20), o Gabinete de Assuntos do Hemisfério Ocidental do governo dos EUA divulgou uma mensagem nas redes sociais dizendo ter pedido que o delegado da PF (Polícia Federal) Marcelo Ivo deixasse o país após ter feito o monitoramento que levou à prisão do ex-deputado Alexandre Ramagem no país.
A mensagem diz que “nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar pedidos formais de extradição e estender perseguições políticas ao território dos Estados Unidos. Hoje, pedimos que o funcionário brasileiro envolvido deixe o nosso país por tentar fazer isso”.
Antes de deixar a Alemanha, na terça-feira (21), Lula disse que o governo brasileiro estuda adotar o princípio da reciprocidade e expulsar policiais estadunidenses em serviço no Brasil caso o governo chegue à conclusão de que houve “abuso” dos Estados Unidos em relação ao pedido de remoção.
A presença de delegados da PF trabalhando nos Estados Unidos e de agentes norte-americanos atuando no Brasil se dá devido a um memorando de entendimento assinado entre os dois países para garantir a cooperação policial.















