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A definição de “Time de Guerreiros” foi atualizada com sucesso. Novamente sob o comando do técnico interino Marcão, o Fluminense viu o sonho da classificação para as quartas de final da Libertadores ficar ameaçado duas vezes na noite de ontem, contra o Independiente Rivadavia-ARG, em Mendoza: na expulsão de Canobbio, no início do segundo tempo, e no gol de empate sofrido nos acréscimos — Serna havia aberto o placar. Mas, após o empate em 1 a 1 no tempo normal, Fábio reforçou ainda mais sua idolatria. O veterano de 45 anos defendeu duas cobranças na disputa de pênaltis e garantiu a vaga. Agora, o Flu terá pela frente Platense-ARG ou Coquimbo Unido-CHI, que se enfrentam nesta quarta-feira, às 19h.
— Estou muito feliz. Vou ser sincero: nem vi o último pênalti, só pedi ajuda ao “Papai”. Estou muito tranquilo. Sou funcionário do clube. Foi um desafio. Até quando? Até quando o clube precisar. Se precisar por mais um jogo, fico. Se precisar de outro jogo, também fico — celebrou Marcão.
Assim como no empate em 0 a 0 no Rio de Janeiro no jogo de ida, o Fluminense teve mais posse de bola, enquanto o time argentino apostou nas saídas em velocidade em contra-ataques. E elas vieram logo início a partir de dois erros de passe de Hércules, mas o tricolor já estava ligado na estratégia adversária e se recompôs rapidamente.
O aparente controle tricolor, porém, não virava chances de perigo. A equipe trocava passes principalmente na defesa, diante de um Rivadavia fechado. Deslocado para o lado esquerdo da zaga em razão da entrada de Ignácio, Thiago Silva pedia mais movimentação dos companheiros. Em uma subida ao ataque, o capitão teve a melhor chance do primeiro tempo, mas pegou mal na bola.
Após os goleiros serem pouco exigidos antes do intervalo, havia a expectativa de que os times se lançassem. Mas não foi o que aconteceu. Pelo contrário, o jogo seguiu enroscado e com cenário parecido.
Coube a Canobbio agitar o confronto, mas de uma forma negativa para o tricolor. Após levar amarelo por um carrinho frontal no primeiro tempo, o camisa 17 recebeu o segundo por falta na entrada da área em Fernández e foi expulso com apenas 12 minutos. Para compensar a perda de um jogador em campo, Marcão tirou os veteranos Ganso e Hulk para as entradas de Lucho Acosta e Serna.
Serna quase se consagra
Com um a mais, o time argentino se lançou ao ataque, o que acabou abrindo espaços para o Flu. Em um deles, Serna recebeu lançamento na medida de Hércules, tirou do goleiro Bolcato e abriu o placar. A partir daí, foi a vez de o tricolor fechar a casinha e resistir à pressão do Rivadavia. Mas, nos acréscimos, em um lance polêmico, a arbitragem assinalou mão de Ignácio após checagem no VAR. Na cobrança, Álex Arce, artilheiro da Libertadores, deixou tudo igual.
No último lance, Serna teve a chance de virar herói ao fazer um desarme dentro da área, mas isolou. O papel, porém, estava destinado a Fábio nas penalidades. Enquanto Acosta desperdiçou pelo Flu, o goleiro defendeu as cobranças de Florentín e Atencio, concluindo mais uma noite guerreira tricolor em Libertadores.
A definição de “Time de Guerreiros” foi atualizada com sucesso. Novamente sob o comando do técnico interino Marcão, o Fluminense viu o sonho da classificação para as quartas de final da Libertadores ficar ameaçado duas vezes na noite de ontem, contra o Independiente Rivadavia-ARG, em Mendoza: na expulsão de Canobbio, no início do segundo tempo, e no gol de empate sofrido nos acréscimos — Serna havia aberto o placar. Mas, após o empate em 1 a 1 no tempo normal, Fábio reforçou ainda mais sua idolatria. O veterano de 45 anos defendeu duas cobranças na disputa de pênaltis e garantiu a vaga. Agora, o Flu terá pela frente Platense-ARG ou Coquimbo Unido-CHI, que se enfrentam nesta quarta-feira, às 19h.
— Estou muito feliz. Vou ser sincero: nem vi o último pênalti, só pedi ajuda ao “Papai”. Estou muito tranquilo. Sou funcionário do clube. Foi um desafio. Até quando? Até quando o clube precisar. Se precisar por mais um jogo, fico. Se precisar de outro jogo, também fico — celebrou Marcão.
Assim como no empate em 0 a 0 no Rio de Janeiro no jogo de ida, o Fluminense teve mais posse de bola, enquanto o time argentino apostou nas saídas em velocidade em contra-ataques. E elas vieram logo início a partir de dois erros de passe de Hércules, mas o tricolor já estava ligado na estratégia adversária e se recompôs rapidamente.
O aparente controle tricolor, porém, não virava chances de perigo. A equipe trocava passes principalmente na defesa, diante de um Rivadavia fechado. Deslocado para o lado esquerdo da zaga em razão da entrada de Ignácio, Thiago Silva pedia mais movimentação dos companheiros. Em uma subida ao ataque, o capitão teve a melhor chance do primeiro tempo, mas pegou mal na bola.
Após os goleiros serem pouco exigidos antes do intervalo, havia a expectativa de que os times se lançassem. Mas não foi o que aconteceu. Pelo contrário, o jogo seguiu enroscado e com cenário parecido.
Coube a Canobbio agitar o confronto, mas de uma forma negativa para o tricolor. Após levar amarelo por um carrinho frontal no primeiro tempo, o camisa 17 recebeu o segundo por falta na entrada da área em Fernández e foi expulso com apenas 12 minutos. Para compensar a perda de um jogador em campo, Marcão tirou os veteranos Ganso e Hulk para as entradas de Lucho Acosta e Serna.
Serna quase se consagra
Com um a mais, o time argentino se lançou ao ataque, o que acabou abrindo espaços para o Flu. Em um deles, Serna recebeu lançamento na medida de Hércules, tirou do goleiro Bolcato e abriu o placar. A partir daí, foi a vez de o tricolor fechar a casinha e resistir à pressão do Rivadavia. Mas, nos acréscimos, em um lance polêmico, a arbitragem assinalou mão de Ignácio após checagem no VAR. Na cobrança, Álex Arce, artilheiro da Libertadores, deixou tudo igual.
No último lance, Serna teve a chance de virar herói ao fazer um desarme dentro da área, mas isolou. O papel, porém, estava destinado a Fábio nas penalidades. Enquanto Acosta desperdiçou pelo Flu, o goleiro defendeu as cobranças de Florentín e Atencio, concluindo mais uma noite guerreira tricolor em Libertadores.
O Globo














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