O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado da governadora Raquel Lyra (PSD), do prefeito do Recife, João Campos (PSB) e de vários ministros, visitou, nesta sexta (13), a expansão da fábrica de medicamentos do Aché Laboratórios Farmacêuticos, no Cabo de Santo Agostinho. Com R$ 267 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Banco do Nordeste, a nova unidade deve contribuir para a autossuficiência de remédios no país.
“Somos brasileiros e não desistimos nunca. Acreditamos que o Brasil vai se transformar numa potênc ariana de Sousa ia na produção de remédios”, declarou o presidente durante a visita à fábrica. O presidente defendeu ainda o fortalecimento da indústria farmacêutica nacional para garantir soberania e segurança ao Sistema Único de Saúde (SUS)."Há alguns anos, a gente tratava o Brasil como se fosse um país incapaz de produzir seus próprios remédios. E, agora, 60% dos medicamentos consumidos já são produzidos no Brasil. Significa que a gente já não é tão dependente como era alguns anos atrás. E nós temos condições de produzir 100% do nosso remédios aqui", destacou.
Presidente Lula (PT) visita fábrica da farmacêutica Aché, no Cabo de Santo Agostinho (Foto: Crysli Viana/ DP Foto)
A nova unidade da Aché deve iniciar a operação ainda em 2026. Com a expansão, a fábrica terá capacidade de produção de até 40 milhões de medicamentos por ano, incluindo fármacos injetáveis de uso hospitalar e colírios. Desde que foi instalada, em 2019, a fábrica soma R$ 1,6 bilhão de incentivo federal para a sua expansão.
Também estavam na comitiva presidencial o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), os ministros Alexandre Padilha (Saúde), Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) e Luciana Santos (Ciência e Tecnologia). Também estiveram presentes o senador Humberto Costa (PT) e a pré-candidata ao senado, Marília Arraes (Solidariedade).
Fortalecimento do SUS e autossuficiência de medicamentos
O presidente também destacou que o crescimento da indústria de remédios ajuda a fortalecer o Sistema Único de Saúde. Hoje, cerca de 35% do faturamento da fábrica Aché está ligado a vendas destinadas ao SUS, incluindo o programa Farmácia Popular.
A nova unidade da Aché deve iniciar a operação ainda em 2026. Com a expansão, a fábrica terá capacidade de produção de até 40 milhões de medicamentos por ano, incluindo fármacos injetáveis de uso hospitalar e colírios. Desde que foi instalada, em 2019, a fábrica soma R$ 1,6 bilhão de incentivo federal para a sua expansão.
Também estavam na comitiva presidencial o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), os ministros Alexandre Padilha (Saúde), Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) e Luciana Santos (Ciência e Tecnologia). Também estiveram presentes o senador Humberto Costa (PT) e a pré-candidata ao senado, Marília Arraes (Solidariedade).
Fortalecimento do SUS e autossuficiência de medicamentos
O presidente também destacou que o crescimento da indústria de remédios ajuda a fortalecer o Sistema Único de Saúde. Hoje, cerca de 35% do faturamento da fábrica Aché está ligado a vendas destinadas ao SUS, incluindo o programa Farmácia Popular.
Presidente Lula (PT) visita fábrica da farmacêutica Aché, no Cabo de Santo Agostinho (Foto: Crysli Viana/ DP Foto)
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que o governo tem atuado para acelerar processos regulatórios e incentivar a inovação no setor, reduzindo gargalos históricos.
“Tem uma empresa nacional produzindo aqui e fazendo parcerias. A Aché tem parceria com a Fundação Oswaldo Cruz e tem um papel muito importante na BioNTech. Essas parcerias com a Fundação Oswaldo Cruz são para pegar tecnologia de medicamentos de outros países, trazer para cá, desenvolver aqui, gerar emprego, renda, tecnologia e tratamento para as pessoas aqui”, disse.
Segundo o governo federal, a agenda integra a política para fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS), inserida no contexto da Nova Indústria Brasil (NIB). O objetivo é aumentar a produção nacional de medicamentos, vacinas e equipamentos médicos, reduzindo a dependência do mercado internacional.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que o governo tem atuado para acelerar processos regulatórios e incentivar a inovação no setor, reduzindo gargalos históricos.
“Tem uma empresa nacional produzindo aqui e fazendo parcerias. A Aché tem parceria com a Fundação Oswaldo Cruz e tem um papel muito importante na BioNTech. Essas parcerias com a Fundação Oswaldo Cruz são para pegar tecnologia de medicamentos de outros países, trazer para cá, desenvolver aqui, gerar emprego, renda, tecnologia e tratamento para as pessoas aqui”, disse.
Segundo o governo federal, a agenda integra a política para fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS), inserida no contexto da Nova Indústria Brasil (NIB). O objetivo é aumentar a produção nacional de medicamentos, vacinas e equipamentos médicos, reduzindo a dependência do mercado internacional.
Fonte: Diário de Pernambuco














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