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Explosivo derrubou avião no Egito com 223, confirma Rússia

Destroços de avião russo são vistos na área de queda, em al-Hasanah, no norte do Egito (Foto: REUTERS/Mohamed Abd El Ghany)

O Serviço de Segurança Federal da Rússia (FSB) disse nesta terça-feira (16) que a queda do avião russo sobre o Sinai, no Egito, em outubro foi resultado de um ato terrorista, causado por uma bomba que explodiu a bordo.

Segundo a FSB, traços de explosivos foram encontrados nos destroços da aeronave. O avião da companhia áerea russa KogalimAvia, mais conhecida como Metrojet, caiu no dia 31 de outubro pouco após decolar do litoral do Egito com destino a São Petersburgo, na Rússia.

As 224 pessoas a bordo morreram. O Estado Islâmico reivindicou a queda, mas sem explicar como teria executado o ataque.

O presidente russo, Vladimir Putin, disse que vai encontrar os responsáveis pela queda do avião, e ordenou que os serviços especiais russos foquem em encontrá-los.

"Durante o voo foi ativado um artefato explosivo de fabricação caseira com potência equivalente a um quilo de TNT", indicou Putin.

Alguns minutos antes, o diretor do Serviço Secreto Russo (FSB), Alexander Bortnikov, também afirmou que a catástrofe foi um atentado.

“Podemos dizer inequivocamente que foi um ato terrorista”, disse Alexander Bortnikov, chefe da FSB, em um encontro com o presidente.

Segundo o Kremilin, como resultado das investigações, Putin ordenou uma intensificação dos bombardeios russos na Síria. O país realiza desde o mês passado uma campanha aérea contra o Estado Islâmico e em apoio ao governo sírio no país.

Da Reuters

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