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Frases do dia 02/07/2015: Coletânea IHU Online

Cuba é primeiro país a eliminar a transmissão de sífilis e de aids de mãe para filho

Uma conquista

“Em outros tempos, nem por isso saudosos, estaria em todas as primeiras páginas. Não mereceu sequer publicação ontem, ou ficou em humilhante insignificância: a Organização Mundial da Saúde (ONU) confirmou que Cuba conseguiu eliminar absolutamente a transmissão de sífilis e de aids da gestante para o filho. Mais do que para Cuba, é uma grande notícia para a humanidade. Sabe-se agora como fazer para que milhões sejam poupados dos sofrimentos por deformidades e males perversos e, no caso da aids, de opressivos condicionamentos e discriminação” – Jânio de Freitas, jornalista – Folha de S. Paulo, 02-07-2015.

Sobrevivência

“Um grupo de notáveis do PT fluminense, liderados pelo "estrangeiro" Tarso Genro, ex-governador do Rio Grande do Sul, resolveu criar uma dissidência e romper com o PMDB de Sérgio Cabral, Pezão e Eduardo Paes já na eleição para prefeito do ano que vem” – Leonardo Souza, jornalista – Folha de S. Paulo, 02-07-2015.

Freixo

“O entourage de Genro inclui, além de Lindbergh, o deputado federal Alessandro Molon e o ex-deputado Jorge Bittar. Os quatro defendem que o PT se desgarre do PMDB no Rio e volte às suas origens, realinhando-se com partidos de esquerda. (...) Eles decidiram apoiar para prefeito o deputado estadual Marcelo Freixo, do Psol, que deve aglutinar várias lideranças de esquerda em torno de si” – Leonardo Souza, jornalista – Folha de S. Paulo, 02-07-2015.

Risco

“A pessoas próximas, Genro tem dito que seu grupo prefere correr o risco de ser expulso do partido a manter a aliança com o PMDB. Ele acredita que é o preço a ser pago em nome da sobrevivência política” – Leonardo Souza, jornalista –Folha de S. Paulo, 02-07-2015.

Platitude

“Lula na ativa pode ser o surgimento, afinal, de alguém que procure levantar um contraste para Eduardo Cunha e dar algumas respostas à oposição. O que o PT inteiro se mostra incapaz de fazer, mesmo não faltando elementos históricos e atuais para sobrepor o debate ao uníssono permitido à oposição - e, por sinal, usado de maneira tão medíocre. Se Lula quiser sair do volume morto em que se vê, pode ser ao menos uma novidade na platitude deste meio ano do novo mandato da nova Dilma” – Leonardo Souza, jornalista – Folha de S. Paulo, 02-07-2015.

Fonte: IHU Online

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