domingo, 6 de abril de 2014

Frases do dia 06/04/2014: Coletânea IHU On-Line

SUS e as operadoras

“A doutora Dilma indicou para uma diretoria da Agência Nacional de Saúde o doutor José Carlos Abrahão. Ele é um sincero adversário das normas legais que obrigam as operadoras a ressarcir o SUS quando seus clientes são atendidos pela rede pública. Pelo cheiro da brilhantina, se algum dia vierem a cobrá-la por essa indicação, poderá dizer que se baseou em "informações incompletas" ou num parecer "técnica e juridicamente falho", como no caso da refinaria de Pasadena” – Elio Gaspari, jornalista – Correio do Povo, 06-04-2014.

Geisel

"Quem quebrou o Brasil foi o Geisel" – Antonio Delfim Netto, economista e ex-ministro dos governos militares – Folha de S. Paulo, 05-04-2014.

Modernização

“O trabalho do [Otávio Gouveia de] Bulhões (ex-ministro da Fazenda) e do [Roberto] Campos (ex-ministro do Planejamento) foi muito bom. Fizeram um trabalho muito bom de arrumação. Criaram o mecanismo de correção monetária, o FGTS, o BNH. Você tinha na verdade uma grande modernização da economia. Mas tinha grandes problemas também. O comércio exterior era um problema sério” – Antonio Delfim Netto, economista e ex-ministro dos governos militares – Folha de S. Paulo, 05-04-2014.

Independência, não!

“O Banco Central não tem de ser independente, tem de ser autônomo, tem de prestar conta à autoridade que a urna elegeu, ou que está no poder. Tem de receber uma missão e cumprir com autonomia” – Antonio Delfim Netto, economista e ex-ministro dos governos militares – Folha de S. Paulo, 05-04-2014.

“Em 1972, eu estava em Roma numa reunião do Fundo (Fundo Monetário Internacional). E o Giscard D´Estaing que era o ministro de finanças da França, tinha ficado muito amigo do Brasil. E ele me disse: olha Delfim, os árabes estão preparando um cartel. Eles vão elevar o preço do petróleo a US$ 6. Nós pagávamos US$ 1,20 o barril" – Antonio Delfim Netto, economista e ex-ministro dos governos militares – Folha de S. Paulo, 05-04-2014.

Petróleo

Quando voltei para o Brasil, comuniquei isso ao presidente, o presidente convocou uma reunião. Nossa proposta, minha e do [Antonio] Dias Leite (ex-ministro de energia) era: vamos abrir a exploração de petróleo. Vamos fazer contrato de exploração de petróleo com empresas privadas, que era para acelerar o processo" – Antonio Delfim Netto, economista e ex-ministro dos governos militares – Folha de S. Paulo, 05-04-2014.

Portador da verdade

"O Geisel se opôs dramaticamente. Quem quebrou o Brasil foi o Geisel. O Geisel era o presidente da Petrobras. A Petrobras passou 20 anos produzindo 120 mil barris por dia. Quando houve a crise do petróleo, as reservas eram praticamente iguais a um ano de exportação, não tinha dívida. A dívida foi feita no governo Geisel. O Geisel, na verdade, era o portador da verdade. O Geisel sempre tinha a verdade pronta” – Antonio Delfim Netto, economista e ex-ministro dos governos militares – Folha de S. Paulo, 05-04-2014.

A missão

“Nos governos federal e estaduais há uma preocupação diante das reuniões do secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, com os movimentos sociais nas cidades-sedes da Copa. A Secretaria avaliou que era importante mostrar os benefícios da competição. Mas críticos da iniciativa temem que seja compreendida como demonstração de fraqueza e estimule protestos” - Ilimar Franco, jornalista – O Globo, 05-04-2014.

Se a moda pega

“O erro na pesquisa do Ipea que havia causado comoção nacional porque 65% dos entrevistados teriam dito que mulher que usa pouca roupa quer ser estuprada deixou a presidente Dilma furiosa. Ela foi uma das que mais se sensibilizou e engrossou o coro nas redes sociais, anunciando “tolerância zero à violência contra a mulher" - Ilimar Franco, jornalista – O Globo, 05-04-2014.

Fonte: IHU On-Line

Nenhum comentário:

Postar um comentário