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Famílias de vítimas de acidente na Bahia vão receber salário mínimo do governo

Na saída do Clube Municipal de Buíque, o governador Eduardo Campos ainda parou para falar com a população. Alguns o chamaram de presidente da República (Foto: Jornal do Commercio)

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que esteve na tarde desta segunda-feira (5) nesta cidade do Agreste Pernambucano, para prestar solidariedade aos parentes das vítimas da tragédia na BR-116, na Bahia, assegurou que o governo do Estado vai garantir uma assistência pecuniária no valor de um salário mínimo para as famílias até o momento em que os benefícios previdenciários sejam concedidos. O benefício eventual é no valor de um salário mínimo. Se alguém já recebe algum benefício social, vamos completar até chegar ao valor." A expectativa do governo de Pernambuco é que, em seis meses, a Previdência Social já tenha liberado o benefício a que os trabalhadores têm direito. O governador atrelou a ajuda do Estado até o momento em que a previdência resolva todas as questões.

O governador Eduardo Campos chegou ao Clube Municipal de Buíque por volta das 14h30. Ao lado da primeira-dama, Renata Campos, ele entrou direto no local onde as famílias o aguardavam. O governador fez questão de falar com todos os parentes. Demorou mais com o agricultor Cícero Moreira Monteiro, 49 anos. Ele perdeu um filho, um genro, um cunhado e outros 15 primos. Eduardo Campos ficou impressionado. Garantiu ajuda e todo o aparato social do Estado.

Ele fez questão de ressaltar a ajuda do governo da Bahia. "A polícia pernambucana está na Bahia. Os secretários de Estado foram para lá. A gente recebeu todo o apoio necessário desde o primeiro momento." Na saída do Clube Municipal de Buíque, o governador Eduardo Campos ainda parou para falar com a população. Alguns o chamaram de presidente da República.

O Blog de Assis Ramalho, primeiramente, espera que essas promessas sejam cumpridas. Isso acontecendo, parabeniza a ação do Governador pelo fato de ele ir pessoalmente presenciar e apoiar as famílias, enquanto outros por aí, provavelmente mandariam um simples secretário, achando que já estariam fazendo demais. Claro que isso não é o suficiente nem vai substituir a dor dos que perderam parentes, mas o apoio moral e pessoal em uma hora difícil como essa, já é muita coisa.

Com informações do Jornal do Commercio

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