sábado, 10 de fevereiro de 2018

Petrolândia: Garanta sua camisa da Turma do Tacho/2018 com Silvia Barbosa


A união faz a força! E o tacho mais uma vez vem chegando com tudo nesse carnaval. Amigos interessados garantam já a sua camisa ao preço de R$ 20,00! Interessados devem procurar Silvia Barbosa 9.9934-5440

Haverá concentração no domingo e na terça, partir de 13:00 horas na casa de Silvia, com batida, caldinho, pitu no tacho e carro de som. Tudo gratuito. As camisas chegam nesta quinta feira (08). Garanta a sua. Turma do Tacho, 38 anos de história!


Turma do Tacho/2017



Velha Guarda da Turma do Tacho - Vicente, Tatá Nogueira, Edson Madera, Catita, Berinho e Assis Ramalho
João Vicente, Catita, Vicente, Edson Madera e Juracy
1981 (Velha Petrolândia). Da esquerda para direita: Tatá (Hiper Box Nogueira), Nel (professor), Edson Madera e Assis Ramalho - Detalhe: A localidade da foto é em frente ao Cartório de Silvio Rodrigues.

História do bloco contada por Assis Ramalho

O bloco Turma do Tacho foi criado em 1980, na Velha Petrolândia, para animar o carnaval de um grupo de amigos. Naquela ocasião, participaram da fundação da Turma do Tacho: Assis Ramalho, Edson Madera, Juracy (Galego), Zé Roberto (Magrão), Adalberto (Carioca), Arnaldo (Dé) e Vicente.

''Tudo começou quando, no dia 17 de fevereiro de 1980, domingo de carnaval, estávamos tomando uns gorós no Bar de Rosa, nos preparando para ir ao encontro do Bloco de Pantaleão, no centro da cidade. De repente, tivemos a ideia maluca de ''roubar'' um pote que existia no Bar de Rosa. Esse pote servia água aos clientes do bar, que também vendia cocada no seu estabelecimento comercial. Vale dizer que a nossa turma era freguesa assídua do Bar de Rosa, que era nossa amiga.

Usamos alguém para entreter Rosa no pé do balcão, enquanto praticávamos o ''furto'' do pote. A partir dali, com o pote cheio de ''goró'' (uma mistura de cerveja, Montilla, cachaça e Deus sabe mais o quê), saímos pelas ruas, acompanhando o bloco carnavalesco de Pantaleão e distribuindo a ''garapa'' para o povão. O sucesso do pote foi tanto, que não faltou quem patrocinasse (e não foi a prefeitura) a bebida quando o mesmo ficava vazio. O pote, que roubou a cena daquele domingo de carnaval não sobreviveu à folia, mas Rosa ganhou um pote novo. Tivemos que pagar o preço, no mínimo triplicado, por exigência da dona do bar.

A partir daquele ano, foi fundado oficialmente o Bloco Turma do Tacho, já com maiores proporções, inclusive com camisetas. Substituímos o pote pelo tacho, por ser mais fácil de carregar. Para a alegria de Adalberto, o carregador oficial do pote, que ainda hoje diz que o seu pescoço dói, após tantos anos conduzindo o precioso líquido''.

Assis Ramalho


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