quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Em Recife, ONG forma mutirão da saúde e espera atender cerca de 3 mil pessoas neste sábado (26)

“A Reconectar se preocupa com o ser humano. Não podemos esperar mais do serviço público”, disse Érico Santos, presidente da ONG e um dos idealizadores do projeto.

Neste sábado, das 8h às 12h, cerca de 3.000 pessoas devem ser atendidas por voluntários da ONG Reconectar, na Estrada do Arraial, nº 5058, Casa Amarela, durante o projeto Abraçando o Bairro.

Clínica médica, vacinação, nutrição, consultoria jurídica, psicologia, aferição de pressão arterial, restauração de prótese dentária, aplicação de flúor e teste de hepatite B e C são alguns dos serviços que serão oferecidos para as pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social. Tudo isso após um nutritivo café da manhã.

Em sua 14ª edição, o Abraçando o Bairro é uma ação da ONG Reconectar que teve início há 4 anos. Os idealizadores reúnem profissionais que estejam dispostos a dar atendimento gratuito a um número cada vez maior de pessoas que moram em situação de risco na região de Casa Forte e Casa Amarela (Comunidades Bananal, Cabocó, Vila Esperança e Nossa Senhora da Conceição).

Além do projeto Abraçando o Bairro, a ONG presta um atendimento diário às crianças com aulas de reforço, artes marciais, dança e ações de dia das mães, dia das crianças, natal, entre outras datas comemorativas. “A Reconectar se preocupa com o ser humano. Não podemos esperar mais do serviço público” disse Érico Santos, presidente da ONG e um dos idealizadores do projeto.

Apesar da dificuldade de conseguir parcerias com órgãos públicos e empresas para a ampliação dos atendimentos, Érico diz que a Reconectar encontra em seus voluntários mais que a doação financeira para sua realização.

Atualmente, a ONG tem 20 pessoas se revezando nas atividades diárias e cerca de 50 em dias de ações maiores. O número poderia ser bem maior. A todo momento, voluntários buscam mostrar a importância desse trabalho para outras pessoas e conscientizar de que para muitos, aquele é um dos raros momentos de atendimento especializado.

“Num momento onde, além da crise ética, moral, política e econômica que o país está passando e notícias onde mostram os desvios de verbas públicas são cada vez mais recorrentes, ações como esta, mostram que o Brasil ainda é dos brasileiros e por isso, ainda é possível acreditar em dias melhores”, destacou Kátia Rego Barros, voluntária da ONG Reconectar.

Rômulo França/ONG Reconectar


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