quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Saúde de Pernambuco promove ações com Associação dos Portadores de Chagas


A Secretaria Estadual de Saúde (SES) promove ações em saúde em parceria com a Associação dos Pacientes Portadores de Doença de Chagas, Insuficiência Cardíaca e Miocardiopatia de Pernambuco (APDCIM/PE), no próximo dia 29 de agosto, a partir das 8h, no Espaço Carlos Chagas, na praça em frente ao Pronto Socorro Cardiológico Universitário da Universidade de Pernambuco (Procape/UPE), onde também funciona o ambulatório para pacientes da doença de Chagas, referência no Estado.

As ações ocorrerão no ônibus Prevenção para Tod@s, onde cerca de 15 técnicos e coordenadores de serviço do Programa Sanar e do Programa Estadual de IST/Aids estarão realizando exames e testes rápidos de sífilis, HIV, filariose e tracoma. Também estarão disponíveis equipe médica e de enfermagem para dúvidas clínicas de pacientes. Os transeuntes que passarem pelo local, poderão receber atendimento e também participarem da arrecadação solidária para conseguir alimentos, roupas e outras contribuições para pacientes carentes atendidos pela Associação. Quem quiser pode colaborar com doações de alimentos, produtos de higiene pessoal, roupas novas ou usadas e medicamentos.

Entre 2011 e 2014, o Programa Sanar eliminou 6,7 mil vetores de Doença de Chagas, após inspeção em mais de 183 mil residências pernambucanas. A doença de Chagas é provocada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e pode se apresentar na fase aguda ou somente na forma crônica, com complicações cardíacas ou digestivas. A alteração cardíaca é a forma mais importante de limitação do portador da doença e a principal causa de morte. Já as manifestações mais comuns da forma digestiva são caracterizadas por alterações no trato digestivo (no esôfago e no cólon).

A Associação é a ONG mais antiga da UPE e a primeira no mundo dedicada aos pacientes chagásicos e tem como missão dar assistência tanto psicológica quanto pessoal aos pacientes. Durante as reuniões semanais, médicos cardiologistas, assistentes sociais, psicólogas, enfermeiras e nutricionistas esclarecem dúvidas e orientam como devem se comportar quanto ao tratamento, já que possuem algumas restrições, mas podem seguir a vida normalmente se tomarem os devidos cuidados.

Secretaria-Executiva de Vigilância em Saúde/Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco


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